Agentes penitenciários de Alagoas decretam greve por tempo indeterminado
Os agentes penitenciários de Alagoas decretaram greve por tempo indeterminado, após assembleia realizada na tarde desta terça-feira (10). A decisão foi tomada durante reunião com o titular da Secretaria de Planejamento de Alagoas, Christian Teixeira, a quem os servidores apresentaram uma série de reivindicações.
Segundo a categoria, o governo estadual não aceitou a proposta por piso salarial de R$ 4 mil. Os agentes também reivindicam a realização de concurso público, além do pagamento de adicional de insalubridade.
"Precisamos de mais agentes no sistema prisional. O efetivo é pequeno e o governo também precisa olhar para esta categoria. Sem contar que o piso que não sofre nenhum incremento há mais de 10 anos", informou o vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários em Alagoas (Sindapen-AL), Petrônio Lima.
Insatisfeitos com o fato de a Justiça também ter concedido porte de arma aos agentes contratados, sob o argumento de que estes não teriam competência para tal, os efetivos cobram, ainda, melhores condições de trabalho, em virtude da situação de superlotação no sistema prisional.
Ainda segundo Petrônio Lima, durante a paralisação, serão executados apenas os serviços considerados essenciais. "A categoria decidiu que apenas os serviços essenciais serão garantidos, como prevê a legislação, a exemplo da alimentação dos presos, emergências médicas e segurança nas partes externa e interna dos presídios. Não serão permitidas as visitas e a transferência de presos durante a greve", adiantou.
O Sindapen assegurou, ainda, que a categoria está aberta ao diálogo e que a greve pode ser suspensa, caso o governo sinalize positivamente às reivindicações.
Segundo a categoria, o governo estadual não aceitou a proposta por piso salarial de R$ 4 mil. Os agentes também reivindicam a realização de concurso público, além do pagamento de adicional de insalubridade.
"Precisamos de mais agentes no sistema prisional. O efetivo é pequeno e o governo também precisa olhar para esta categoria. Sem contar que o piso que não sofre nenhum incremento há mais de 10 anos", informou o vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários em Alagoas (Sindapen-AL), Petrônio Lima.
Insatisfeitos com o fato de a Justiça também ter concedido porte de arma aos agentes contratados, sob o argumento de que estes não teriam competência para tal, os efetivos cobram, ainda, melhores condições de trabalho, em virtude da situação de superlotação no sistema prisional.
Ainda segundo Petrônio Lima, durante a paralisação, serão executados apenas os serviços considerados essenciais. "A categoria decidiu que apenas os serviços essenciais serão garantidos, como prevê a legislação, a exemplo da alimentação dos presos, emergências médicas e segurança nas partes externa e interna dos presídios. Não serão permitidas as visitas e a transferência de presos durante a greve", adiantou.
O Sindapen assegurou, ainda, que a categoria está aberta ao diálogo e que a greve pode ser suspensa, caso o governo sinalize positivamente às reivindicações.
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