Plenário da ALE é ocupado por estudantes em protesto contra projeto “Escola Livre”
Um grupo de estudantes invadiu, na tarde desta quinta-feira (5), o plenário da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), no centro de Maceió, para protestar contra a promulgação do polêmico projeto 'Escola Livre', que havia sido vetado pelo governador Renan Filho (PMDB), mas foi aprovado por maioria de votos na Casa Legislativa.
O Escola Livre prevê que os professores não manifestem opiniões dentro da sala de aula. Polêmico, o projeto de lei já arrancou declarações, inclusive, do ministro da Educação, Aloízio Mercadante, que se mostrou contrário à iniciativa e falou sobre a impossibilidade de colocá-lo em prática.
Após ter sido aprovado pela ALE, o projeto seguiu para promulgação do governador, que não o fez dentro do prazo previsto. Agora, é o presidente em exercício da ALE, deputado Ronaldo Medeiros (PMDB/AL), quem deve promulgar a lei. Ontem, o assunto foi alvo de discussão no plenário depois que Medeiros chegou a afirmar que não se sentia à vontade em promulgar o Escola Livre.
Em meio à confusão desta tarde, o gabinete militar da Assembleia solicitou reforço policial, assim como ocorreu semana passada, quando estudantes se juntaram ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal) em protesto na Praça Dom Pedro II, onde os manifestantes expuseram sua insatisfação para com o conteúdo do projeto de lei, de autoria do deputado Ricardo Nezinho (PMDB).
Sentados no chão do plenário, o estudantes dizem que o projeto é ilegal, reforçando que "não há neutralidade em sala de aula" e que o processo de aprendizagem exige a pluralidade de ideias. Carregando faixas e cartazes, alguns manifestantes chegaram ao plenário "amordaçados" com fitas pretas, em alusão ao que consideram uma tentativa de censurar o professor em Alagoas.
O Escola Livre prevê que os professores não manifestem opiniões dentro da sala de aula. Polêmico, o projeto de lei já arrancou declarações, inclusive, do ministro da Educação, Aloízio Mercadante, que se mostrou contrário à iniciativa e falou sobre a impossibilidade de colocá-lo em prática.
Após ter sido aprovado pela ALE, o projeto seguiu para promulgação do governador, que não o fez dentro do prazo previsto. Agora, é o presidente em exercício da ALE, deputado Ronaldo Medeiros (PMDB/AL), quem deve promulgar a lei. Ontem, o assunto foi alvo de discussão no plenário depois que Medeiros chegou a afirmar que não se sentia à vontade em promulgar o Escola Livre.
Em meio à confusão desta tarde, o gabinete militar da Assembleia solicitou reforço policial, assim como ocorreu semana passada, quando estudantes se juntaram ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal) em protesto na Praça Dom Pedro II, onde os manifestantes expuseram sua insatisfação para com o conteúdo do projeto de lei, de autoria do deputado Ricardo Nezinho (PMDB).
Sentados no chão do plenário, o estudantes dizem que o projeto é ilegal, reforçando que "não há neutralidade em sala de aula" e que o processo de aprendizagem exige a pluralidade de ideias. Carregando faixas e cartazes, alguns manifestantes chegaram ao plenário "amordaçados" com fitas pretas, em alusão ao que consideram uma tentativa de censurar o professor em Alagoas.
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