Advogado pedófilo e professora de creche aliciavam crianças havia pelo menos 12 anos
O advogado Roberto Malvar, de 63 anos, e a professora Tatiana Araújo, de 39 anos, aliciavam e abusavam de crianças havia pelo menos 12 anos. Segundo a delegada Cristiana Bento, da DCAV (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima), os primeiros registros constam de 2004, mas é possível que mais vítimas tenham sofrido abusos pelo casal em período anterior.
Roberto e Tatiana se conheceram quando ela ainda era garota de programa. Com o início de um relacionamento amoroso entre os dois, Tatiana começou a aliciar crianças para que Roberto abusasse. Era dela, também, a responsabilidade de filmar e fotografar os abusos.
Até esta terça (3), a DCAV já havia identificado três vítimas. Uma menina, que atualmente tem 22 anos, e era da família da suspeita, a enteada da suspeita que na época do crime tinha nove anos e uma aluna da creche em que Tatiana trabalhava na Baixada Fluminense.
O pai da menina, e ex-marido da suspeita, conta que Tatiana destruiu a família dele. Carlos Teodoro é pedreiro e afirma que nunca desconfiou da conduta criminosa da mulher.
— Se eu soubesse, seria o primeiro a denunciar. Ela nunca levou nada para dentro da minha casa, em relação a esse tipo de material, nem nunca conversamos sobre isso.
A delegada acredita que o número de vítimas do casal pode ser ainda maior. As investigações continuam para descobrir se os dois fazem parte de uma rede de pedofilia.
Roberto e Tatiana se conheceram quando ela ainda era garota de programa. Com o início de um relacionamento amoroso entre os dois, Tatiana começou a aliciar crianças para que Roberto abusasse. Era dela, também, a responsabilidade de filmar e fotografar os abusos.
Até esta terça (3), a DCAV já havia identificado três vítimas. Uma menina, que atualmente tem 22 anos, e era da família da suspeita, a enteada da suspeita que na época do crime tinha nove anos e uma aluna da creche em que Tatiana trabalhava na Baixada Fluminense.
O pai da menina, e ex-marido da suspeita, conta que Tatiana destruiu a família dele. Carlos Teodoro é pedreiro e afirma que nunca desconfiou da conduta criminosa da mulher.
— Se eu soubesse, seria o primeiro a denunciar. Ela nunca levou nada para dentro da minha casa, em relação a esse tipo de material, nem nunca conversamos sobre isso.
A delegada acredita que o número de vítimas do casal pode ser ainda maior. As investigações continuam para descobrir se os dois fazem parte de uma rede de pedofilia.
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