Família de menino negro morto por policial vai receber indenização de R$ 21 milhões
A família de Tamir Rice, adolescente de 12 anos que foi morto pela polícia de Cleveland (Ohio) em 2014, irá receber uma indenização de US$ 6 milhões (R$ 21,3 milhões) da cidade americana, segundo reportagem do jornal "New York Times".
O garoto foi morto por um policial branco em novembro de 2014 em Cleveland. Tamir Rice morreu no dia 23 de novembro de 2014. No dia anterior, ele havia sido baleado por policiais em um parque após apontar a pistola de brinquedo para diversas pessoas.
Segundo a polícia de Cleveland, ele desobedeceu a ordem de levantar as mãos. O caso provocou indignação em muitos americanos, que já estavam realizando manifestações para protestar contra a impunidade de policiais brancos implicados na morte de negros.
Caso
Em dezembro de 2015, a Justiça decidiu não indiciar o policial. "Baseando-se nos elementos de prova que consultou e no recurso da polícia à força letal no marco da lei, o grande júri decidiu não apresentar acusações criminais", declarou o promotor Tim McGinty.
O não indiciamento gerou críticas da família, "Durante meses, tornou-se claro que o promotor do condado de Cuyahoga, Timmothy McGinty, enganou e manipulou o grande júri, a fim de orquestrar um voto contrário à acusação", disseram os advogados da família do menino.
Além disso, Brooks Cornell, presidente da NAACP, a maior organização de defesa dos direitos das pessoas negras dos Estados Unidos, destacou, na época, que o não indiciamento dos policiais "não trazia nenhuma resposta às perguntas fundamentais".
O garoto foi morto por um policial branco em novembro de 2014 em Cleveland. Tamir Rice morreu no dia 23 de novembro de 2014. No dia anterior, ele havia sido baleado por policiais em um parque após apontar a pistola de brinquedo para diversas pessoas.
Segundo a polícia de Cleveland, ele desobedeceu a ordem de levantar as mãos. O caso provocou indignação em muitos americanos, que já estavam realizando manifestações para protestar contra a impunidade de policiais brancos implicados na morte de negros.
Caso
Em dezembro de 2015, a Justiça decidiu não indiciar o policial. "Baseando-se nos elementos de prova que consultou e no recurso da polícia à força letal no marco da lei, o grande júri decidiu não apresentar acusações criminais", declarou o promotor Tim McGinty.
O não indiciamento gerou críticas da família, "Durante meses, tornou-se claro que o promotor do condado de Cuyahoga, Timmothy McGinty, enganou e manipulou o grande júri, a fim de orquestrar um voto contrário à acusação", disseram os advogados da família do menino.
Além disso, Brooks Cornell, presidente da NAACP, a maior organização de defesa dos direitos das pessoas negras dos Estados Unidos, destacou, na época, que o não indiciamento dos policiais "não trazia nenhuma resposta às perguntas fundamentais".
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