Na Globo, Zé de Abreu denuncia golpe: 'Cunha não pode ser juiz da Dilma'
Ao participar do programa Domingão do Faustão nesta noite 24, ao vivo na TV Globo, o ator José de Abreu chamou de "golpe" o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, lembrou que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é corrupto e que o vice-presidente, Michel Temer, que pode assumir o lugar de Dilma, já foi citado quatro vezes na Operação Lava Jato.
Zé de Abreu também comentou o episódio em que esteve envolvido na noite de sexta-feira 22 e que causou polêmica nesse fim de semana nas redes sociais. Ele disse que um advogado carioca o chamou de "petista ladrão" em um restaurante japonês de São Paulo, e a namorada do advogado chamou a mulher do ator de "vagabunda". "Por que nós não podemos conviver pacificamente nesse país pensando diferente?", questionou.
Abreu conta que a cusparada que disparou contra o casal foi uma atitude "impensada" e que, por isso, não poderia se arrepender. Ele afirmou que esse tipo de desrespeito em lugares públicos, como já aconteceu com os ex-ministros Guido Mantega e Alexandre Padilha em um restaurante e um hospital, com a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) em um aeroporto e com o ex-senador Eduardo Suplicy em uma livraria, só ocorre "contra o nosso lado". "Você não vê ninguém importunar o Roger (do Ultraje a Rigor) ou o Lobão, é só do nosso lado esse ódio".
Ao comentar o impeachment, José de Abreu destacou que a eleição da presidente Dilma por 54 milhões de votos "é um fato concreto". "O ministro Marco Aurélio Mello, do STF, diz que é golpe. Metade do Brasil acha que é golpe", afirmou. "Querem tirar a Dilma para entregar o Brasil para o PMDB do Rio, esse que derruba ciclovia", apontou, acusando ainda políticos de serem machistas contra a presidente.
"Vão entregar o cofre para a raposa com a desculpa de que estão acabando com a corrupção? A primeira pessoa que deixou a polícia trabalhar tranquilamente foi a Dilma", colocou ainda o ator ao apresentador da Globo Fausto Silva, que admitiu discordar de muita coisa em sua fala. De acordo com Zé de Abreu, "a corrupção começou a aparecer no Brasil porque ela começou a ser combatida verdadeiramente".
"Membros do PT que erraram estão na cadeia. Nunca na história vimos grandes empresários serem presos", lembrou. O ator criticou então o fato de o principal condutor do processo de impeachment ser um político corrupto, réu no STF e dono de contas secretas na Suíça, Eduardo Cunha. "Pode tudo, só não pode juiz ladrão. Onde já se viu o Cunha ser juiz da Dilma?", indagou. O artista recordou ainda que o vice-presidente, Michel Temer, já foi citado quatro vezes na Lava Jato. "É ele que vai assumir a presidência!", alertou.
Zé de Abreu também comentou o episódio em que esteve envolvido na noite de sexta-feira 22 e que causou polêmica nesse fim de semana nas redes sociais. Ele disse que um advogado carioca o chamou de "petista ladrão" em um restaurante japonês de São Paulo, e a namorada do advogado chamou a mulher do ator de "vagabunda". "Por que nós não podemos conviver pacificamente nesse país pensando diferente?", questionou.
Abreu conta que a cusparada que disparou contra o casal foi uma atitude "impensada" e que, por isso, não poderia se arrepender. Ele afirmou que esse tipo de desrespeito em lugares públicos, como já aconteceu com os ex-ministros Guido Mantega e Alexandre Padilha em um restaurante e um hospital, com a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) em um aeroporto e com o ex-senador Eduardo Suplicy em uma livraria, só ocorre "contra o nosso lado". "Você não vê ninguém importunar o Roger (do Ultraje a Rigor) ou o Lobão, é só do nosso lado esse ódio".
Ao comentar o impeachment, José de Abreu destacou que a eleição da presidente Dilma por 54 milhões de votos "é um fato concreto". "O ministro Marco Aurélio Mello, do STF, diz que é golpe. Metade do Brasil acha que é golpe", afirmou. "Querem tirar a Dilma para entregar o Brasil para o PMDB do Rio, esse que derruba ciclovia", apontou, acusando ainda políticos de serem machistas contra a presidente.
"Vão entregar o cofre para a raposa com a desculpa de que estão acabando com a corrupção? A primeira pessoa que deixou a polícia trabalhar tranquilamente foi a Dilma", colocou ainda o ator ao apresentador da Globo Fausto Silva, que admitiu discordar de muita coisa em sua fala. De acordo com Zé de Abreu, "a corrupção começou a aparecer no Brasil porque ela começou a ser combatida verdadeiramente".
"Membros do PT que erraram estão na cadeia. Nunca na história vimos grandes empresários serem presos", lembrou. O ator criticou então o fato de o principal condutor do processo de impeachment ser um político corrupto, réu no STF e dono de contas secretas na Suíça, Eduardo Cunha. "Pode tudo, só não pode juiz ladrão. Onde já se viu o Cunha ser juiz da Dilma?", indagou. O artista recordou ainda que o vice-presidente, Michel Temer, já foi citado quatro vezes na Lava Jato. "É ele que vai assumir a presidência!", alertou.
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