Ufal avalia parceria para construção de polo voltado a doenças raras
A reitora Valéria Correia e o vice-reitor José Vieira receberam, nesta segunda-feira (11), a secretária-executiva da Associação Dr. Hemerson Casado Gama, Cleane Acássia, e o deputado estadual por Alagoas, Bruno Toledo. Na pauta, a proposta de parceria para construção do Polo Biotecnológico de Doenças Raras de Alagoas.
“Acolhemos o pedido e demonstramos nossa sensibilização pela ideia, não por compaixão, mas pelo entendimento da importância do estudo dessas doenças”, argumentou a reitora. Ela reconheceu o esforço do médico cardiologista que dá nome à Associação na luta por novos tratamentos e tecnologias que garantam melhoria na vida daqueles que, assim como ele, foram diagnosticados com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) ou outras patologias raras.
Por não conhecer detalhes do projeto e da sua finalidade, a gestora da Ufal propôs que fosse feita uma apresentação, com a presença de professores e pesquisadores da área de Saúde, para que todos pudessem debater e contribuir com sugestões. Cleane Acássia se comprometeu em agendar com os representantes da empresa responsável pela criação do Polo. “Eles irão demonstrar a viabilidade técnica e financeira da obra que conta com módulos de pesquisa, tecnologia e tratamento”, disse a secretária-executiva da Associação.
Na sequência, com o amadurecimento do debate, Valéria Correia explicou que a proposta deve ser levada ao Conselho Superior (Consuni), uma vez que a contrapartida da Universidade para firmar a parceria deve ser a doação de um terreno de 27 hectares onde será construído o polo voltado para doenças raras. “Há um trâmite institucional que deve ser seguido, pois temos que zelar pelo patrimônio público. Mas vamos enviar esforços, reconhecendo que a Ufal não pode se fechar em seus muros”, ressaltou.
O diretor da Faculdade de Medicina (Famed), Francisco Soares, e a coordenadora de Inovação e Tecnologia (NIT), Eliana Cavalcante, participaram da reunião e foram indicados pela reitora para acompanhar o processo de parceria entre a Ufal e a Associação. “Se essa ideia se concretizar, seguindo todos os trâmites legais e deixando bem definida a representatividade da Universidade no Polo Biotecnológico, será um campo de estágio fabuloso para nossos estudantes e a instituição contará com uma área de referência extremante importante”, destacou o professor Francisco Soares.
“Acolhemos o pedido e demonstramos nossa sensibilização pela ideia, não por compaixão, mas pelo entendimento da importância do estudo dessas doenças”, argumentou a reitora. Ela reconheceu o esforço do médico cardiologista que dá nome à Associação na luta por novos tratamentos e tecnologias que garantam melhoria na vida daqueles que, assim como ele, foram diagnosticados com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) ou outras patologias raras.
Por não conhecer detalhes do projeto e da sua finalidade, a gestora da Ufal propôs que fosse feita uma apresentação, com a presença de professores e pesquisadores da área de Saúde, para que todos pudessem debater e contribuir com sugestões. Cleane Acássia se comprometeu em agendar com os representantes da empresa responsável pela criação do Polo. “Eles irão demonstrar a viabilidade técnica e financeira da obra que conta com módulos de pesquisa, tecnologia e tratamento”, disse a secretária-executiva da Associação.
Na sequência, com o amadurecimento do debate, Valéria Correia explicou que a proposta deve ser levada ao Conselho Superior (Consuni), uma vez que a contrapartida da Universidade para firmar a parceria deve ser a doação de um terreno de 27 hectares onde será construído o polo voltado para doenças raras. “Há um trâmite institucional que deve ser seguido, pois temos que zelar pelo patrimônio público. Mas vamos enviar esforços, reconhecendo que a Ufal não pode se fechar em seus muros”, ressaltou.
O diretor da Faculdade de Medicina (Famed), Francisco Soares, e a coordenadora de Inovação e Tecnologia (NIT), Eliana Cavalcante, participaram da reunião e foram indicados pela reitora para acompanhar o processo de parceria entre a Ufal e a Associação. “Se essa ideia se concretizar, seguindo todos os trâmites legais e deixando bem definida a representatividade da Universidade no Polo Biotecnológico, será um campo de estágio fabuloso para nossos estudantes e a instituição contará com uma área de referência extremante importante”, destacou o professor Francisco Soares.
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