Militar é agredida pelo marido após ler mensagem em celular
Uma soldado da Polícia Militar de 28 anos foi agredida pelo marido, um vendedor de 28, durante uma discussão, na Praia da Costa, em Vila Velha. O marido deu um mata-leão na esposa, que chegou a desmaiar. Ao acordar, ela acionou a polícia.
A soldado contou que dormia quando o suspeito, que havia passado a noite fora de casa, chegou e deitou na cama, na manhã de domingo (10).
A soldado contou que dormia quando o suspeito, que havia passado a noite fora de casa, chegou e deitou na cama, na manhã de domingo (10).
Ao pegar o celular do marido, ela viu uma mensagem dele afirmando para um parente que ia “dar um pau” nela, e xingando-a.
A soldado logo o acordou e disse para o suspeito respeitá-la. Então ele começou a xingá-la, exigindo que PM calasse a boca.
Levantando o dedo em direção ao marido, a vítima voltou a exigir que ele a respeitasse. Segundo a policial, foi a partir desse momento que o suspeito começou a agredi-la.
A militar contou que ele a atingiu com um soco no nariz, e, em seguida, a jogou em cima da cama, segurando-a pelo pescoço.
Como a soldado gritou por socorro, o marido a soltou. Ele acabou dando um mata-leão na vítima que chegou a desmaiar por instantes.
Ao recobrar a consciência, a vítima acionou a PM. Por causa da ligação, porém, a militar voltou a ser agredida com um soco na cabeça, e teve o pescoço segurado pelo suspeito.
A soldado ressaltou que, para se defender, chegou a empurrar o marido e o arranhou. Ela também arremessou uma mala em direção a ele. A vítima ficou com o nariz inchado, lesões no pescoço e hematomas nos braços e nas mãos.
Negou as agressões
O marido foi encaminhado para o Plantão Especializado da Mulher (PEM) pela PM. Em depoimento, o acusado afirmou que o casal tem se desentendido há três meses por causa dos ciúmes da soldado, e que nunca a agrediu.
O suspeito contou que os dois não discutiram por causa da mensagem que ela viu no celular, e sim porque ele passou a noite fora de casa.
Ele ressaltou que, durante a briga, a policial teria agredido-o com murros e tapas, e que teve que segurá-la em cima da cama.
O marido disse ainda que ela chegou a atear fogo nas roupas dele e que foi ela quem quebrou a televisão e o notebook.
O suspeito foi autuado por lesão corporal e ameaça. Ele foi solto na Audiência de Custódia e vai responder em liberdade.
A soldado pediu uma medida protetiva na Justiça.
A soldado logo o acordou e disse para o suspeito respeitá-la. Então ele começou a xingá-la, exigindo que PM calasse a boca.
Levantando o dedo em direção ao marido, a vítima voltou a exigir que ele a respeitasse. Segundo a policial, foi a partir desse momento que o suspeito começou a agredi-la.
A militar contou que ele a atingiu com um soco no nariz, e, em seguida, a jogou em cima da cama, segurando-a pelo pescoço.
Como a soldado gritou por socorro, o marido a soltou. Ele acabou dando um mata-leão na vítima que chegou a desmaiar por instantes.
Ao recobrar a consciência, a vítima acionou a PM. Por causa da ligação, porém, a militar voltou a ser agredida com um soco na cabeça, e teve o pescoço segurado pelo suspeito.
A soldado ressaltou que, para se defender, chegou a empurrar o marido e o arranhou. Ela também arremessou uma mala em direção a ele. A vítima ficou com o nariz inchado, lesões no pescoço e hematomas nos braços e nas mãos.
Negou as agressões
O marido foi encaminhado para o Plantão Especializado da Mulher (PEM) pela PM. Em depoimento, o acusado afirmou que o casal tem se desentendido há três meses por causa dos ciúmes da soldado, e que nunca a agrediu.
O suspeito contou que os dois não discutiram por causa da mensagem que ela viu no celular, e sim porque ele passou a noite fora de casa.
Ele ressaltou que, durante a briga, a policial teria agredido-o com murros e tapas, e que teve que segurá-la em cima da cama.
O marido disse ainda que ela chegou a atear fogo nas roupas dele e que foi ela quem quebrou a televisão e o notebook.
O suspeito foi autuado por lesão corporal e ameaça. Ele foi solto na Audiência de Custódia e vai responder em liberdade.
A soldado pediu uma medida protetiva na Justiça.
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