Protesto no Centro de Maceió defende o governo Dilma
Uma manifestação a favor da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), e contra o processo de impeachment acontece na tarde desta quinta-feira (31) no Centro de Maceió.
Integrantes de movimentos sociais e da sociedade civil se concentram na Praça Monte Pio. Outras 11 capitais brasileiras também registram atos em prol da permanência de Dilma na presidência.
A organização explica que o momento, denominado como "Ato cultural pela democracia", tem como objetivo abrir espaço para que grupos culturais também se manifestem.
Dentre as atrações há bandas de afoxé e maracatu, luta de capoeira, orquestra de tambores e discursos favoráveis ao governo.
Os manifestantes afirmam ser inconstitucional o processo de cassação do mandato da presidenta da república, porque não há apresentação de provas e indícios de crimes cometido por Dilma.
"Hoje é um dia especial, marca a nossa história dos 51 anos do golpe militar de 64", disse o professor de história, Luciano Cavalcante.
“Desejamos que a vontade do povo seja respeitada. O pedido de intervenção militar é um desrespeito à constituição. Mobilizar os formadores de opinião, a classe trabalhadora e o povo a favor da democracia é nosso objetivo. Não queremos a volta da ditadura, só quem já passou por 64 (ano em que foi instaurado o golpe militar no Brasil) sabe o que é a dor da perda da liberdade de expressão”, disse o psicólogo, que se identificou como Eclivan.
Até o fim do ato, previsto para a noite desta quinta-feira (31), os organizadores esperam uma participação de cerca de 10 mil pessoas.
Integrantes de movimentos sociais e da sociedade civil se concentram na Praça Monte Pio. Outras 11 capitais brasileiras também registram atos em prol da permanência de Dilma na presidência.
A organização explica que o momento, denominado como "Ato cultural pela democracia", tem como objetivo abrir espaço para que grupos culturais também se manifestem.
Dentre as atrações há bandas de afoxé e maracatu, luta de capoeira, orquestra de tambores e discursos favoráveis ao governo.
Os manifestantes afirmam ser inconstitucional o processo de cassação do mandato da presidenta da república, porque não há apresentação de provas e indícios de crimes cometido por Dilma.
"Hoje é um dia especial, marca a nossa história dos 51 anos do golpe militar de 64", disse o professor de história, Luciano Cavalcante.
“Desejamos que a vontade do povo seja respeitada. O pedido de intervenção militar é um desrespeito à constituição. Mobilizar os formadores de opinião, a classe trabalhadora e o povo a favor da democracia é nosso objetivo. Não queremos a volta da ditadura, só quem já passou por 64 (ano em que foi instaurado o golpe militar no Brasil) sabe o que é a dor da perda da liberdade de expressão”, disse o psicólogo, que se identificou como Eclivan.
Até o fim do ato, previsto para a noite desta quinta-feira (31), os organizadores esperam uma participação de cerca de 10 mil pessoas.
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