Agentes de endemias iniciam greve e suspendem parte das atividades em Maceió
Em estado de greve desde o dia 17 de março, agentes de endemias que atuam em Maceió decidiram suspender parcialmente os trabalhos de campo a partir desta segunda-feira (28). Os profissionais cobram melhorias nas condições de trabalho e reajuste salarial de 20%.
Conforme Maurício Sarmento, presidente do Sindicatos dos Agentes de Saúde de Alagoas, apenas metade dos 805 agentes de endemias da capital irá às ruas para combater, entre outras coisas, o mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, zika e chikungunya.
"Os profissionais vão se revezar em grupos de 400 agentes até que sejam negociadas as reivindicações da categoria. Nosso trabalho já é deficitário. Com metade dos agentes, as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti ficam ainda mais difíceis", destacou.
Sarmento explica que, embora os servidores municipais reivindiquem 20% de reajuste salarial, a Prefeitura de Maceió oferece apenas 3%, valor considerado insatisfatório pelos agentes. Não há previsão para que a greve iniciada nesta segunda seja encerrada.
Além de reajuste salarial, os agentes de endemias cobram equipamentos básicos para desempenhar a atividade. O sindicato que representa a categoria diz que faltam protetores solar, bolsas e insumos básicos para que os profissionais possam ir a campo.
A Gazetaweb tenta contato com a Secretaria Municipal de Saúde.
Conforme Maurício Sarmento, presidente do Sindicatos dos Agentes de Saúde de Alagoas, apenas metade dos 805 agentes de endemias da capital irá às ruas para combater, entre outras coisas, o mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, zika e chikungunya.
"Os profissionais vão se revezar em grupos de 400 agentes até que sejam negociadas as reivindicações da categoria. Nosso trabalho já é deficitário. Com metade dos agentes, as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti ficam ainda mais difíceis", destacou.
Sarmento explica que, embora os servidores municipais reivindiquem 20% de reajuste salarial, a Prefeitura de Maceió oferece apenas 3%, valor considerado insatisfatório pelos agentes. Não há previsão para que a greve iniciada nesta segunda seja encerrada.
Além de reajuste salarial, os agentes de endemias cobram equipamentos básicos para desempenhar a atividade. O sindicato que representa a categoria diz que faltam protetores solar, bolsas e insumos básicos para que os profissionais possam ir a campo.
A Gazetaweb tenta contato com a Secretaria Municipal de Saúde.
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