Esposa de Fernando Collor é denunciada no esquema da Lava Jato
A mulher do senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL) é a mais nova denunciada por suposto envolvimento no esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato. O nome de Caroline Serejo Medeiros Collor de Mello foi incluído num pedido de aditamento no mesmo inquérito que investiga o senador por comprar carros de luxo pagos com propina.
O pedido de aditamento foi feito na segunda-feira, 21, pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF). Caso aceite o aditamento à denúncia, Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte, deverá pedir para que a defesa de Caroline se manifeste sobre o caso.
Carros de luxo
Em agosto do ano passado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou Collor ao Supremo pela suposta prática de corrupção e lavagem de dinheiro na Lava Jato. A denúncia aponta um "sofisticado esquema" de lavagem de dinheiro através da compra de pelo menos cinco carros de luxo, com verba oriunda de propina.
Os carros chegaram a ser apreendidos pela Polícia Federal, mas foram devolvidos ao senador em outubro. O Supremo admitiu Collor como fiel depositário de quatro dos cinco carros - um Lamborghini, um Bentley, um Range Rover e uma Ferrari.
Apenas um Porsche Panamera não voltou à residência do senador. De acordo com Zavascki, Collor não apresentou um termo de concordância da empresa GM Comércio de Combustível Ltda, em nome de quem está registrado o veículo.
Os carros foram financiados no Bradesco pela Água Branca Participações, segundo registros do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A empresa, com capital social de R$ 1,3 milhão, tem sede numa casa do Jardim Europa, área valorizada de São Paulo. O senador e a mulher, Caroline, constam como sócios.
Collor é investigado em cinco inquéritos na Lava Jato, incluindo o processo pelo qual ele e a mulher foram denunciados. Todos eles tramitam atualmente em sigilo no Supremo.
Além do inquérito envolvendo os carros de luxo, o senador também foi denunciado em outro processo, por suposta participação criminosa relacionada à BR Distribuidora. Segundo a PGR, a divisão era voltada principalmente ao desvio de recursos em proveito particular de Collor, à corrupção de agentes públicos e à lavagem de dinheiro.
O pedido de aditamento foi feito na segunda-feira, 21, pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF). Caso aceite o aditamento à denúncia, Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte, deverá pedir para que a defesa de Caroline se manifeste sobre o caso.
Carros de luxo
Em agosto do ano passado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou Collor ao Supremo pela suposta prática de corrupção e lavagem de dinheiro na Lava Jato. A denúncia aponta um "sofisticado esquema" de lavagem de dinheiro através da compra de pelo menos cinco carros de luxo, com verba oriunda de propina.
Os carros chegaram a ser apreendidos pela Polícia Federal, mas foram devolvidos ao senador em outubro. O Supremo admitiu Collor como fiel depositário de quatro dos cinco carros - um Lamborghini, um Bentley, um Range Rover e uma Ferrari.
Apenas um Porsche Panamera não voltou à residência do senador. De acordo com Zavascki, Collor não apresentou um termo de concordância da empresa GM Comércio de Combustível Ltda, em nome de quem está registrado o veículo.
Os carros foram financiados no Bradesco pela Água Branca Participações, segundo registros do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A empresa, com capital social de R$ 1,3 milhão, tem sede numa casa do Jardim Europa, área valorizada de São Paulo. O senador e a mulher, Caroline, constam como sócios.
Collor é investigado em cinco inquéritos na Lava Jato, incluindo o processo pelo qual ele e a mulher foram denunciados. Todos eles tramitam atualmente em sigilo no Supremo.
Além do inquérito envolvendo os carros de luxo, o senador também foi denunciado em outro processo, por suposta participação criminosa relacionada à BR Distribuidora. Segundo a PGR, a divisão era voltada principalmente ao desvio de recursos em proveito particular de Collor, à corrupção de agentes públicos e à lavagem de dinheiro.
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