Juiz diz que clubes alagoanos podem ser punidos por atitudes de torcedores
O juiz Celyrio Adamastor, titular do Juizado do Torcedor, disse, em entrevista à Rádio Gazeta AM, nesta quinta-feira (3), que os clubes poderão ser punidos pelas atitudes da torcida dentro dos estádios. Segundo ele, o objetivo é coibir possíveis comportamentos criminosos, como violência e uso de drogas.
O magistrado destacou que as maneiras de punição estão sendo estudadas pelo Poder Judiciário, mas não devem agradar aos times.
"Vai ser uma surpresa para eles. Os clubes vão se revoltar, mas eles foram avisados. Eles são responsáveis também pelo que acontece durante os jogos", expôs.
Celyrio Adamastor acrescentou que a medida está prevista no Estatuto do Torcedor. "Vamos chegar até os clubes. Ou a torcida passa a respeitar as regras ou vamos realmente chegar aos clubes, porque isso está no estatuto. Eles podem ser responsabilizados pelas ações de terceiros".
De acordo com ele, mesmo com a proibição das torcidas organizadas no estádios, os membros continuam participando dos jogos. "Eles não vão com a camisa da torcida, mas estão sendo identificados de outra forma. Já percebemos que os grupos usam o boné de uma determinada cor ou têm um determinado corte ou cor de cabelo", afirmou.
Ele destacou que os membros também estão sendo identificados pelas câmeras de videomonitoramento do Rei Pelé. As imagens também têm mostrado o consumo de drogas dentro do estádio - nesses casos, os torcedores são recolhidos pela polícia e um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) é lavrado.
Drogas
Mesmo com o aumento do policiamento, as substâncias tóxicas, explica o juiz, entram nas arenas de outras maneiras, como no solado de tênis e baterias dos celulares, além de serem contrabandeadas por mulheres.
"Alguns torcedores pensam que, com a despenalização da maconha, eles vão ao estádio para fumar e vai ficar tranquilo. Não é assim e a Justiça está lá", expôs. "O setor de videomonitoramento tem os melhores momentos do futebol alagoano. Foi pelas imagens que descobrimos como as drogas entram no estádio".
E, depois da prisão de 30 pessoas, suspeitas de tráfico e uso de drogas, ameaças, brigas e posse de fogos de artifícios e bombas caseiras, no último clássico entre CRB e CSA, no final de fevereiro, Celyrio Adamastor adiantou que novas medidas de segurança serão tomadas.
"No próximo clássico vamos agir de outra forma, porque as regras terão que ser respeitadas. Estádio de futebol não é lugar para essas coisas e nem para fumar maconha", afirmou o magistrado.
O magistrado destacou que as maneiras de punição estão sendo estudadas pelo Poder Judiciário, mas não devem agradar aos times.
"Vai ser uma surpresa para eles. Os clubes vão se revoltar, mas eles foram avisados. Eles são responsáveis também pelo que acontece durante os jogos", expôs.
Celyrio Adamastor acrescentou que a medida está prevista no Estatuto do Torcedor. "Vamos chegar até os clubes. Ou a torcida passa a respeitar as regras ou vamos realmente chegar aos clubes, porque isso está no estatuto. Eles podem ser responsabilizados pelas ações de terceiros".
De acordo com ele, mesmo com a proibição das torcidas organizadas no estádios, os membros continuam participando dos jogos. "Eles não vão com a camisa da torcida, mas estão sendo identificados de outra forma. Já percebemos que os grupos usam o boné de uma determinada cor ou têm um determinado corte ou cor de cabelo", afirmou.
Ele destacou que os membros também estão sendo identificados pelas câmeras de videomonitoramento do Rei Pelé. As imagens também têm mostrado o consumo de drogas dentro do estádio - nesses casos, os torcedores são recolhidos pela polícia e um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) é lavrado.
Drogas
Mesmo com o aumento do policiamento, as substâncias tóxicas, explica o juiz, entram nas arenas de outras maneiras, como no solado de tênis e baterias dos celulares, além de serem contrabandeadas por mulheres.
"Alguns torcedores pensam que, com a despenalização da maconha, eles vão ao estádio para fumar e vai ficar tranquilo. Não é assim e a Justiça está lá", expôs. "O setor de videomonitoramento tem os melhores momentos do futebol alagoano. Foi pelas imagens que descobrimos como as drogas entram no estádio".
E, depois da prisão de 30 pessoas, suspeitas de tráfico e uso de drogas, ameaças, brigas e posse de fogos de artifícios e bombas caseiras, no último clássico entre CRB e CSA, no final de fevereiro, Celyrio Adamastor adiantou que novas medidas de segurança serão tomadas.
"No próximo clássico vamos agir de outra forma, porque as regras terão que ser respeitadas. Estádio de futebol não é lugar para essas coisas e nem para fumar maconha", afirmou o magistrado.
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