Ex-secretário-geral da Uefa, Gianni Infantino é eleito presidente da Fifa
O ítalo-suíço Gianni Infantino, 45 anos, foi eleito hoje (26) novo presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa). O ex-secretário-geral da Federação Europeia de Futebol recebeu 115 dos 207 votos computados.
Infantino derrotou o xeque do Bahrein Salman bin Ebrahim Al Khalifa (88 votos), um dos favoritos, além do príncipe jordaniano Ali Bin Al-Hussein (quatro votos) e do francês Jérôme Champagne (nenhum voto). O sul-africano Tokyo Sexwale desistiu da candidatura pouco antes do início do pleito.
Além disso, os nomes do francês Michel Platini e do liberiano Musa Hassan Bility foram retirados da lista. Platini desistiu das eleições, após ter sido acusado de corrupção e suspenso do futebol por 8 anos. Musa Hassan Bility foi impedido de participar das eleições na etapa de “controle de integridade”. A Fifa não divulgou a causa da exclusão.
A eleição de hoje definiu o sucessor de Joseph Blatter, que atuou como presidente da entidade desde 1998. Blatter renunciou depois que as autoridades de Justiça dos Estados Unidos e da Suíça deflagaram uma operação internacional contra a corrupção no futebol. A entidade foi obrigada a esclarecer denúncias de que seus principais dirigentes cobravam propina para negociar contratos de marketing, transmissão de jogos e a escolha dos países-sede da Copa do Mundo.
O congresso em Zurique reuniu 209 federações filiadas, das quais 207 estavam aptas a votar. As federações do Kuwait e da Indonésia estão suspensas.
Infantino derrotou o xeque do Bahrein Salman bin Ebrahim Al Khalifa (88 votos), um dos favoritos, além do príncipe jordaniano Ali Bin Al-Hussein (quatro votos) e do francês Jérôme Champagne (nenhum voto). O sul-africano Tokyo Sexwale desistiu da candidatura pouco antes do início do pleito.
Além disso, os nomes do francês Michel Platini e do liberiano Musa Hassan Bility foram retirados da lista. Platini desistiu das eleições, após ter sido acusado de corrupção e suspenso do futebol por 8 anos. Musa Hassan Bility foi impedido de participar das eleições na etapa de “controle de integridade”. A Fifa não divulgou a causa da exclusão.
A eleição de hoje definiu o sucessor de Joseph Blatter, que atuou como presidente da entidade desde 1998. Blatter renunciou depois que as autoridades de Justiça dos Estados Unidos e da Suíça deflagaram uma operação internacional contra a corrupção no futebol. A entidade foi obrigada a esclarecer denúncias de que seus principais dirigentes cobravam propina para negociar contratos de marketing, transmissão de jogos e a escolha dos países-sede da Copa do Mundo.
O congresso em Zurique reuniu 209 federações filiadas, das quais 207 estavam aptas a votar. As federações do Kuwait e da Indonésia estão suspensas.
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