Mulher é presa suspeita de permitir que a filha fosse estuprada, em GO
Uma mulher de 31 anos foi presa suspeita de ser conivente com abusos sexuais sofridos pela filha, de 11, em Valparaíso de Goiás, Entorno do Distrito Federal. Segundo a polícia, o padrasto da vítima, de 72 anos, é quem teria de estuprado a criança desde quando ela tinha oito anos de idade e dentro da própria casa. Ele foi preso em janeiro.
O crime está sendo investigado desde setembro do ano passado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), na cidade. Segundo a delegada Isis Leal, responsável pelo caso, a criança sofria abusos do padrasto com o consentimento da mãe. Ele afirma ainda que a polícia chegou a essa conclusão depois que a vítima e alguns parentes foram ouvidos.
“A gente apurou que o padrasto era responsável por sustentar financeiramente a família, dava presentes à criança. A gente acha que esse era o motivo para a mãe permitir que os abusos acontecessem”, afirmou a delegada.
Após a prisão da mãe, a guarda da criança foi transferida para avó materna. A delegada afirma que, por ser cúmplice do estupro, a mulher cometeu o mesmo crime que o marido.
“A mãe tem o dever de protegê-la e não de incentivar para que essa criança seja vítima de um crime. Nesta condição ela passa a responder pelo mesmo crime que o autor, no caso o padrasto”, afirmou.
Segundo a polícia, os dois devem ser indiciados por estupro qualificado - pelo fato da vítima ser menor de idade. Se forem condenados, pode pegar de 8 a 12 anos de prisão.
O crime está sendo investigado desde setembro do ano passado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), na cidade. Segundo a delegada Isis Leal, responsável pelo caso, a criança sofria abusos do padrasto com o consentimento da mãe. Ele afirma ainda que a polícia chegou a essa conclusão depois que a vítima e alguns parentes foram ouvidos.
“A gente apurou que o padrasto era responsável por sustentar financeiramente a família, dava presentes à criança. A gente acha que esse era o motivo para a mãe permitir que os abusos acontecessem”, afirmou a delegada.
Após a prisão da mãe, a guarda da criança foi transferida para avó materna. A delegada afirma que, por ser cúmplice do estupro, a mulher cometeu o mesmo crime que o marido.
“A mãe tem o dever de protegê-la e não de incentivar para que essa criança seja vítima de um crime. Nesta condição ela passa a responder pelo mesmo crime que o autor, no caso o padrasto”, afirmou.
Segundo a polícia, os dois devem ser indiciados por estupro qualificado - pelo fato da vítima ser menor de idade. Se forem condenados, pode pegar de 8 a 12 anos de prisão.

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