Familiares denunciam maus-tratos a detentos do Presídio do Agreste
Familiares de detentos do Presídio do Agreste, localizado no município alagoano de Girau do Ponciano, realizaram um protesto na manhã desta segunda-feira (22) na Praça Deodoro, no centro de Maceió, para denunciar irregularidades na uniade penitenciária.
Com frases escritas em cartazes, dezenas de pessoas pediam a saída do diretor do presídio, Alexandro Luz. Elas afirmam que a alimentação servida no local é precária e que muitas vezes são servidas estragadas.
"Os presos estão passando dificuldades. Sabemos que precisam pagar pelo que fizeram, mas não podem passar por isso. Os familiares também estão sendo maltratados nas visitas", reclamou Felipe Gomes que tem um parente preso lá.
O presídio é administrado pela empresa Reviver Administração Prisional Privada LTDA, que ganhou, em 2014, uma licitação do governo do estado para gerir a unidade durante cinco anos, mas a responsabilidade ainda é do Estado.
A assessoria da Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) disse que não recebeu nenhuma reclamação formal a respeito de más condições no presídio do Agreste. A assessoria informou que a unidade passou por adequações e melhorias para evitar que os presos fiquem ociosos.
Ainda segundo a assessoria, o juiz da 16ª Vara de Execuções Penais, Braga Neto, e o secretário Inclusão Social e Ressocialização, coronel Marcos Sérgio, estiveram na unidade no final do ano passado conversando com os reeducandos e também não receberam nenhuma reclamação.
Com frases escritas em cartazes, dezenas de pessoas pediam a saída do diretor do presídio, Alexandro Luz. Elas afirmam que a alimentação servida no local é precária e que muitas vezes são servidas estragadas.
"Os presos estão passando dificuldades. Sabemos que precisam pagar pelo que fizeram, mas não podem passar por isso. Os familiares também estão sendo maltratados nas visitas", reclamou Felipe Gomes que tem um parente preso lá.
O presídio é administrado pela empresa Reviver Administração Prisional Privada LTDA, que ganhou, em 2014, uma licitação do governo do estado para gerir a unidade durante cinco anos, mas a responsabilidade ainda é do Estado.
A assessoria da Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) disse que não recebeu nenhuma reclamação formal a respeito de más condições no presídio do Agreste. A assessoria informou que a unidade passou por adequações e melhorias para evitar que os presos fiquem ociosos.
Ainda segundo a assessoria, o juiz da 16ª Vara de Execuções Penais, Braga Neto, e o secretário Inclusão Social e Ressocialização, coronel Marcos Sérgio, estiveram na unidade no final do ano passado conversando com os reeducandos e também não receberam nenhuma reclamação.
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