Juiz autoriza PF a abrir inquérito sobre sítio frequentado por Lula
O juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato em 1º instância, autorizou a Polícia Federal a abrir um inquérito específico para investigar o sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), usado frequentemente pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A força-tarefa do Ministério Público Federal suspeita que empreiteiras, como OAS e Odebrecht, e investigados, como o pecuarista José Carlos Bumlai, tenham realizado obras na propriedade como compensação por contratos com o governo. Até então, as suspeitas eram investigadas em um inquérito que tem como alvo apenas executivos da OAS.
No despacho datado do dia 4 de fevereiro, mas publicado nesta terça-feira, Moro diz que não tem "óbice (objeção) à efetivação do desmembramento requerido pela PF".
"Considerando-se que o IPL (inquérito policial) 0594/14 (já relatado e que aguarda perícia em andamento) diz respeito especificamente à empresa OAS, entendemos ser necessário o desmembramento dos documentos produzidos no bojo deste IPL que digam respeito à investigação da suposta relação do imóvel localizado em Atibaia (SP), com a empresa OAS e outras empresas e pessoas físicas investigadas na Operação Lava Jato, reunindo-se o material produzido em novo IPL a ser instaurado, após a autorização judicial, em dependência ao IPL 1041/13", diz o pedido da PF.
Com a decisão, um novo inquérito - sigiloso - foi aberto. "Além da extensão da investigação para além do âmbito da empresa OAS, entendemos que as diligências em curso demandam necessário sigilo, já que o fato ainda está em investigação", informa a PF na representação a Moro.
Além das obras supostamente realizadas por empreiteiras acusadas de fatiar obras na Petrobras mediante o pagamento de propinas, a força-tarefa da Lava Jato investiga quem são os donos do sítio e quais as relações do advogado Roberto Teixeira, compadre do ex-presidente Lula, com a compra e a reforma do sítio Santa Bárbara.
A propriedade está em nome de Fernando Bittar, filho do ex-prefeito de Campinas Jacó Bittar (PT), e do empresário Jonas Suassuna. Ambos são sócios de um dos filhos de Lula. O negócio foi formalizado em 29 de outubro de 2010 no escritório de Teixeira, padrinho do filho caçula do ex-presidente, Luis Claúdio. A família de Lula usa frequentemente o sítio, que foi reformado em 2011, após sua compra.
A força-tarefa do Ministério Público Federal suspeita que empreiteiras, como OAS e Odebrecht, e investigados, como o pecuarista José Carlos Bumlai, tenham realizado obras na propriedade como compensação por contratos com o governo. Até então, as suspeitas eram investigadas em um inquérito que tem como alvo apenas executivos da OAS.
No despacho datado do dia 4 de fevereiro, mas publicado nesta terça-feira, Moro diz que não tem "óbice (objeção) à efetivação do desmembramento requerido pela PF".
"Considerando-se que o IPL (inquérito policial) 0594/14 (já relatado e que aguarda perícia em andamento) diz respeito especificamente à empresa OAS, entendemos ser necessário o desmembramento dos documentos produzidos no bojo deste IPL que digam respeito à investigação da suposta relação do imóvel localizado em Atibaia (SP), com a empresa OAS e outras empresas e pessoas físicas investigadas na Operação Lava Jato, reunindo-se o material produzido em novo IPL a ser instaurado, após a autorização judicial, em dependência ao IPL 1041/13", diz o pedido da PF.
Com a decisão, um novo inquérito - sigiloso - foi aberto. "Além da extensão da investigação para além do âmbito da empresa OAS, entendemos que as diligências em curso demandam necessário sigilo, já que o fato ainda está em investigação", informa a PF na representação a Moro.
Além das obras supostamente realizadas por empreiteiras acusadas de fatiar obras na Petrobras mediante o pagamento de propinas, a força-tarefa da Lava Jato investiga quem são os donos do sítio e quais as relações do advogado Roberto Teixeira, compadre do ex-presidente Lula, com a compra e a reforma do sítio Santa Bárbara.
A propriedade está em nome de Fernando Bittar, filho do ex-prefeito de Campinas Jacó Bittar (PT), e do empresário Jonas Suassuna. Ambos são sócios de um dos filhos de Lula. O negócio foi formalizado em 29 de outubro de 2010 no escritório de Teixeira, padrinho do filho caçula do ex-presidente, Luis Claúdio. A família de Lula usa frequentemente o sítio, que foi reformado em 2011, após sua compra.
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