MP vai investigar compra de mansão de Miguel Higino em Arapiraca
Depois de encaminharem ao Ministério Público Federal (MPF) denúncias de supostos desvios de recursos da Educação, professores da cidade de Campo Grande vão pedir as autoridades alagoanas que investiguem o prefeito Miguel Higino pela aquisição de uma mansão milionária, no loteamento Sierra, na cidade de Arapiraca, além de um posto de gasolina, no fim de 2015, no bairro Tabuleiro dos Martins, em Maceió. De acordo com o professor José Nicolau, documentos serão entregues ao MP no decorrer da semana.
Na manhã de quarta-feira (20), os servidores públicos municipais de Campo Grande saíram às ruas da cidade em protesto contra o atraso nos salários e 13° em 2015. Eles portavam faixas e cartazes.
Os professores de Campo Grande estão sem receber seus vencimentos desde dezembro, além de férias e 1/3 de férias, como determina a Legislação Trabalhista. Pela falta de compromisso do gestor, os educadores paralisaram as atividades e o ano letivo de 2015 ainda não foi encerrado.
O professor José Nicolau Teixeira Santos disse que a situação é deplorável e que muitos colegas estão passando “aperto”, por ainda não receber o que é seu por direito. “Esperamos que o prefeito se sensibilize com os trabalhadores de Campo Grande e que toda essa celeuma seja resolvida o quanto antes”.
Ivan Ponciano, representante do Sindicato dos servidores, relatou que o secretário de Educação, Cleverton Cláudio, negociou a quitação do décimo terceiro salário de forma parcelada e outros débitos. Os trabalhadores entendem que isso é uma medida desrespeitosa da Prefeitura.
Vale ressaltar que a saúde enfrenta graves problemas estruturais, além de salários atrasados. Um funcionário, da saúde, que preferiu não se identificar para não sofrer represálias denunciou: “falta materiais básicos, remédios, a estrutura é sucateada. Campo Grande se tornou um caos”.
IMPROBIDADE
O sindicato de Campo Grande já tinha protocolado denuncia junto ao Ministério Público Federal (MPF), onde o caso mais contundente é da Escola Nossa Senhora da Conceição, no povoado Poço da Lagoa, onde os estudantes encontram dificuldades para estudar. Segundo o Sindicato dos Servidores Públicos do município, os “laranjas” aparecem em empenho de obras de serviços, em mais uma grave cometimento de improbidade administrativa, por parte do prefeito, que se utilizou se servidores públicos contratados no município para tirar o dinheiro do PDDE (Programa de Dinheiro Direto na Escola), sendo que, as escolas estão fechadas há mais de dois anos.
Na manhã de quarta-feira (20), os servidores públicos municipais de Campo Grande saíram às ruas da cidade em protesto contra o atraso nos salários e 13° em 2015. Eles portavam faixas e cartazes.
Os professores de Campo Grande estão sem receber seus vencimentos desde dezembro, além de férias e 1/3 de férias, como determina a Legislação Trabalhista. Pela falta de compromisso do gestor, os educadores paralisaram as atividades e o ano letivo de 2015 ainda não foi encerrado.
O professor José Nicolau Teixeira Santos disse que a situação é deplorável e que muitos colegas estão passando “aperto”, por ainda não receber o que é seu por direito. “Esperamos que o prefeito se sensibilize com os trabalhadores de Campo Grande e que toda essa celeuma seja resolvida o quanto antes”.
Ivan Ponciano, representante do Sindicato dos servidores, relatou que o secretário de Educação, Cleverton Cláudio, negociou a quitação do décimo terceiro salário de forma parcelada e outros débitos. Os trabalhadores entendem que isso é uma medida desrespeitosa da Prefeitura.
Vale ressaltar que a saúde enfrenta graves problemas estruturais, além de salários atrasados. Um funcionário, da saúde, que preferiu não se identificar para não sofrer represálias denunciou: “falta materiais básicos, remédios, a estrutura é sucateada. Campo Grande se tornou um caos”.
IMPROBIDADE
O sindicato de Campo Grande já tinha protocolado denuncia junto ao Ministério Público Federal (MPF), onde o caso mais contundente é da Escola Nossa Senhora da Conceição, no povoado Poço da Lagoa, onde os estudantes encontram dificuldades para estudar. Segundo o Sindicato dos Servidores Públicos do município, os “laranjas” aparecem em empenho de obras de serviços, em mais uma grave cometimento de improbidade administrativa, por parte do prefeito, que se utilizou se servidores públicos contratados no município para tirar o dinheiro do PDDE (Programa de Dinheiro Direto na Escola), sendo que, as escolas estão fechadas há mais de dois anos.
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