Polícia começa a ouvir familiares de criança morta por espancamento em Arapiraca
A equipe de Homicídios da Polícia Civil de Arapiraca começa a ouvir familiares do autônomo Meydson Alysson da Silva e do menino Dyllan Taylor Soares, de apenas 3 anos. Dyllan foi morto por espancamento, na madrugada desta quinta-feira (21) e o principal suspeito é Meydson, padrasto da vítima.
“Diante do laudo do IML e do depoimento da mãe da criança, o delegado decidiu pela prisão em flagrante, por homicídio qualificado, do padrasto da vítima. Agora, teremos 10 dias para ouvir depoimento dos demais familiares e avançar nas investigações. Já nesta sexta-feira vão prestar depoimentos um tio da criança, a avó materna e mãe do suposto agressor. Além disso, o delegado solicitou laudo periciais do banheiro e de lençóis que estavam na casa com sinais de sangue”, disse o escrivão Sebastião Ferreira.
Segundo ele, ao prestar depoimento a mãe da criança disse que havia saído para trabalhar e deixado o filho em casa com o padrasto, que trabalha no local montando aparelhagem de som.
“No relato ela contou que ao chegar em casa percebeu a criança diferente. E que o menino reclamou quando ela foi limpá-lo para dormir. Depois, ela percebeu que a criança estava com dificuldades para respirar. O quadro se agravou, o padrasto ainda tentou massagear a criança, mas ela não resistiu”, expôs o escrivão da Polícia Civil.
Diante do andamento da investigação, Meydson Alysson foi preso e encaminhado para Central de Polícia de Arapiraca. Segundo a polícia, ele é o principal suspeito de ter provocado a morte da criança por espancamento.
“Diante do laudo do IML e do depoimento da mãe da criança, o delegado decidiu pela prisão em flagrante, por homicídio qualificado, do padrasto da vítima. Agora, teremos 10 dias para ouvir depoimento dos demais familiares e avançar nas investigações. Já nesta sexta-feira vão prestar depoimentos um tio da criança, a avó materna e mãe do suposto agressor. Além disso, o delegado solicitou laudo periciais do banheiro e de lençóis que estavam na casa com sinais de sangue”, disse o escrivão Sebastião Ferreira.
Segundo ele, ao prestar depoimento a mãe da criança disse que havia saído para trabalhar e deixado o filho em casa com o padrasto, que trabalha no local montando aparelhagem de som.
“No relato ela contou que ao chegar em casa percebeu a criança diferente. E que o menino reclamou quando ela foi limpá-lo para dormir. Depois, ela percebeu que a criança estava com dificuldades para respirar. O quadro se agravou, o padrasto ainda tentou massagear a criança, mas ela não resistiu”, expôs o escrivão da Polícia Civil.
Diante do andamento da investigação, Meydson Alysson foi preso e encaminhado para Central de Polícia de Arapiraca. Segundo a polícia, ele é o principal suspeito de ter provocado a morte da criança por espancamento.
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