IMA interdita setor de armazenamento de lixo de hospital particular
O Instituto do Meio Ambiente (IMA) interditou, nesta quinta-feira (7), a área de depósito do lixo comum de um hospital particular, localizado em Maceió. No local foram encontrados resíduos hospitalares depositados de forma irregular.
Dois autos de infração contra a unidade hospitalar foram emitidos, que juntos somam R$ 15 mil. De acordo com o IMA, o nome do hospital não foi divulgado porque ainda cabe defesa por parte dos responsáveis.
Ainda segundo o instituto, a situação do hospital configura uma infração ambiental, já que os resíduos dos serviços de saúde devem seguir o que determina a legislação ambiental por representar risco para a saúde humana e para o meio ambiente.
A solicitação da vistoria foi enviada pela perícia da Delegacia de Repressão Contra Crimes Ambientais e levou a equipe da Gerência de Monitoramento e Fiscalização, do IMA, a encontrar a irregularidade.
De acordo com o IMA, os critérios de descarte devem considerar os grupos de classificação, definidos conforme a presença de materiais potencialmente infectantes, químicos, rejeitos radioativos, resíduos comuns e outros perfurocortantes.
Segundo o gerente de Monitoramento e Fiscalização, Ermi Ferrari, o local ficará interditado até que as calhas, as tubulações e caixas sejam limpas e os resíduos sejam devidamente destinados.
O gerente disse ainda que a quantidade de lixo irregular encontrada no local não foi grande e que o responsável do hospital apresentou o manifesto da empresa contratada para a destinação dos resíduos hospitalares. O documento não apresentava qualquer tipo de irregularidade.
Os responsáveis pelo hospital têm um prazo de 20 dias para recorrer das autuações e apresentar a defesa ao IMA. O relatório produzido pelo órgão deverá compor o processo administrativo e será remetido para a delegacia que solicitou a perícia.
Dois autos de infração contra a unidade hospitalar foram emitidos, que juntos somam R$ 15 mil. De acordo com o IMA, o nome do hospital não foi divulgado porque ainda cabe defesa por parte dos responsáveis.
Ainda segundo o instituto, a situação do hospital configura uma infração ambiental, já que os resíduos dos serviços de saúde devem seguir o que determina a legislação ambiental por representar risco para a saúde humana e para o meio ambiente.
A solicitação da vistoria foi enviada pela perícia da Delegacia de Repressão Contra Crimes Ambientais e levou a equipe da Gerência de Monitoramento e Fiscalização, do IMA, a encontrar a irregularidade.
De acordo com o IMA, os critérios de descarte devem considerar os grupos de classificação, definidos conforme a presença de materiais potencialmente infectantes, químicos, rejeitos radioativos, resíduos comuns e outros perfurocortantes.
Segundo o gerente de Monitoramento e Fiscalização, Ermi Ferrari, o local ficará interditado até que as calhas, as tubulações e caixas sejam limpas e os resíduos sejam devidamente destinados.
O gerente disse ainda que a quantidade de lixo irregular encontrada no local não foi grande e que o responsável do hospital apresentou o manifesto da empresa contratada para a destinação dos resíduos hospitalares. O documento não apresentava qualquer tipo de irregularidade.
Os responsáveis pelo hospital têm um prazo de 20 dias para recorrer das autuações e apresentar a defesa ao IMA. O relatório produzido pelo órgão deverá compor o processo administrativo e será remetido para a delegacia que solicitou a perícia.
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