Nicolás Maduro desafia oposição a convocar referendo para tirá-lo do poder
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, desafiou nesta quarta-feira(6) a oposição, empossada ontem (5) na Assembleia Nacional, a convocar um referendo revogatório para tirá-lo do poder e deixar que os venezuelanos decidam sobre o futuro político do país.
“Que convoquem um referendo revogatório e que o povo decida", afirmou Maduro em entrevista ao canal estatal "VTV", após ser questionado sobre os planos do novo parlamento.
Durante a semana, a oposição venezuelana manifestou a intenção de criar uma estratégia para tirar o presidente Nicolás Maduro do governo até julho de 2016.
O líder político da oposição e secretário-geral do partido Ação Democrática (AD), Henry Ramos, disse, em sua coluna semanal publicada no jornal Nuevo País, que as partes que compõem a chamada Mesa da Unidade Democrática (MUD) estão empenhadas em promover uma mudança de governo nos próximos seis meses.
“O compromisso para os próximos seis meses subsequentes após a tomada de posse na nova Assembleia Nacional é criar uma solução constitucional, democrática, pacífica e eleitoral para a mudança de governo", afirmou Henry Ramos em 27 de dezembro.
O canal estatal venezuelano TeleSur informou que as primeiras sessões da recém-empossada Assembleia Nacional promovem a impunidade e minam o caráter democrático da Venezuela. Segundo a mídia local, há o risco da aprovação de leis neoliberais e impopulares que foram apresentadas por seus próprios líderes.
“Que convoquem um referendo revogatório e que o povo decida", afirmou Maduro em entrevista ao canal estatal "VTV", após ser questionado sobre os planos do novo parlamento.
Durante a semana, a oposição venezuelana manifestou a intenção de criar uma estratégia para tirar o presidente Nicolás Maduro do governo até julho de 2016.
O líder político da oposição e secretário-geral do partido Ação Democrática (AD), Henry Ramos, disse, em sua coluna semanal publicada no jornal Nuevo País, que as partes que compõem a chamada Mesa da Unidade Democrática (MUD) estão empenhadas em promover uma mudança de governo nos próximos seis meses.
“O compromisso para os próximos seis meses subsequentes após a tomada de posse na nova Assembleia Nacional é criar uma solução constitucional, democrática, pacífica e eleitoral para a mudança de governo", afirmou Henry Ramos em 27 de dezembro.
O canal estatal venezuelano TeleSur informou que as primeiras sessões da recém-empossada Assembleia Nacional promovem a impunidade e minam o caráter democrático da Venezuela. Segundo a mídia local, há o risco da aprovação de leis neoliberais e impopulares que foram apresentadas por seus próprios líderes.
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