Nelson Barbosa assumirá lugar de Joaquim Levy na Fazenda
O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, foi convidado pelo Palácio do Planalto para assumir o Ministério da Fazenda no lugar de Joaquim Levy. O anúncio oficial do Planalto foi feito nesta sexta-feira (18).
As especulações sobre a saída de Levy da Fazenda começaram na última quinta-feira (17), quando o então ministro encerrou sua participação na reunião do CMN (Conselho Monetário Nacional), dizendo que não participaria do próximo encontro do colegiado.
Um dos fatores apontados para a saída de Levy foi o desentendimento sobre a mudança da meta fiscal para 2016. O ministro queria que fosse mantida a meta de 0,7% do PIB do superávit fiscal — a economia que o governo faz para pagar juros da dívida. No entanto, o governo enviou ao Congresso Nacional uma proposta reduzindo a meta para 0,5% do PIB.
Barbosa é atualmente o ministro do Planejamento e vai trocar de pasta com o objetivo de ampliar o discurso sobre a necessidade de organizar as contas públicas para incluir também esforços voltados ao crescimento e resgatar a confiança de empresários e famílias.
O atual ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Valdir Simão, assumirá o Planejamento com a ida de Barbosa para Fazenda, segundo a fonte do Palácio do Planalto.
O futuro ministro da Fazenda tem uma posição menos radical sobre política fiscal, ao contrário de Levy, sempre contrário a afrouxamentos.
O último embate entre os dois aconteceu nos últimos dias, para a definição da meta de superávit primário de 2016. Enquanto Nelson queria reduzir o objetivo e abrir a possibilidade de abatimento --que, na prática, zeraria a meta--, Levy defendia que ela não deveria ser mexida.
Na véspera, o Congresso aprovou uma meta menor, de 0,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), ante 0,7 por cento defendida por Levy, mas barrou a possibilidade de descontos, como inicialmente queria o Executivo.
Diante do constante vaivém do alvo da economia para pagamento dos juros da dívida pública, o Brasil perdeu o grau de investimento pelas agências de classificação de risco Fitch e Standard & Poor's.
Levy assumiu a pasta em 27 de novembro de 2014 no lugar de Guido Mantega. Durante pouco mais de um ano à frente da economia, Levy propôs um ajuste fiscal rígido para o governo e defendeu cortes bruscos nos gastos públicos.
Sua gestão foi alvo de críticas por parte da ala do governo que era contra a redução das despesas em áreas consideradas prioritárias como educação, saúde e programas sociais.
As especulações sobre a saída de Levy da Fazenda começaram na última quinta-feira (17), quando o então ministro encerrou sua participação na reunião do CMN (Conselho Monetário Nacional), dizendo que não participaria do próximo encontro do colegiado.
Um dos fatores apontados para a saída de Levy foi o desentendimento sobre a mudança da meta fiscal para 2016. O ministro queria que fosse mantida a meta de 0,7% do PIB do superávit fiscal — a economia que o governo faz para pagar juros da dívida. No entanto, o governo enviou ao Congresso Nacional uma proposta reduzindo a meta para 0,5% do PIB.
Barbosa é atualmente o ministro do Planejamento e vai trocar de pasta com o objetivo de ampliar o discurso sobre a necessidade de organizar as contas públicas para incluir também esforços voltados ao crescimento e resgatar a confiança de empresários e famílias.
O atual ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Valdir Simão, assumirá o Planejamento com a ida de Barbosa para Fazenda, segundo a fonte do Palácio do Planalto.
O futuro ministro da Fazenda tem uma posição menos radical sobre política fiscal, ao contrário de Levy, sempre contrário a afrouxamentos.
O último embate entre os dois aconteceu nos últimos dias, para a definição da meta de superávit primário de 2016. Enquanto Nelson queria reduzir o objetivo e abrir a possibilidade de abatimento --que, na prática, zeraria a meta--, Levy defendia que ela não deveria ser mexida.
Na véspera, o Congresso aprovou uma meta menor, de 0,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), ante 0,7 por cento defendida por Levy, mas barrou a possibilidade de descontos, como inicialmente queria o Executivo.
Diante do constante vaivém do alvo da economia para pagamento dos juros da dívida pública, o Brasil perdeu o grau de investimento pelas agências de classificação de risco Fitch e Standard & Poor's.
Levy assumiu a pasta em 27 de novembro de 2014 no lugar de Guido Mantega. Durante pouco mais de um ano à frente da economia, Levy propôs um ajuste fiscal rígido para o governo e defendeu cortes bruscos nos gastos públicos.
Sua gestão foi alvo de críticas por parte da ala do governo que era contra a redução das despesas em áreas consideradas prioritárias como educação, saúde e programas sociais.
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