Pela primeira vez, em 22 anos, Rogério Ceni não participará da Libertadores
O São Paulo sofreu durante todo o ano, mas está garantido na Copa Libertadores da América de 2016, em sua fase preliminar. E pela primeira vez desde o ano de 1992, o torneio será disputado pelo clube do Morumbi sem a presença do ídolo Rogério Ceni no elenco.
O Mito foi mero espectador na tarde de ontem no Serra Dourada, quando o Tricolor bateu o Goiás por 1 a 0 e carimbou a vaga na competição continental. Na saída do gramado, os jogadores lembraram do fim da carreira do goleiro-artilheiro após 25 anos e lamentaram sua ausência na Libertadores.
“Eu posso imaginar a vontade do Ceni de estar em campo hoje. Acho que ele é um grande espelho para todo mundo. Fico feliz com a vitória”, afirmou o volante Hudson, um dos destaques da partida.
A história de Ceni com a Libertadores começou em 1993, quando foi reserva do ídolo Zetti na campanha do bicampeonato do clube. A primeira participação como titular foi em 2004, quando o São Paulo foi eliminado na semifinal pelo Once Caldas (COL). Já o último compromisso foi em maio deste ano, na queda para o Cruzeiro nos pênaltis nas oitavas de final. O duelo foi no Mineirão.
“Um dos meus jogos favoritos é contra o Rosario Central (ARG), nas oitavas de final de 2004. Foi um ano especial por termos voltado a disputar a Libertadores após dez anos. Era um jogo perdido, viramos no tempo normal e revertemos também nos pênaltis”, relembra o Mito, que defendeu duas cobranças seguidas contra os argentinos e terminou a noite como herói.
Foram 90 jogos pelo torneio internacional, um recorde entre atletas brasileiros. No ranking geral, Rogério é o quinto colocado no quesito. Com 14 gols, é também o maior artilheiro do São Paulo, empatado com o amigo Luis Fabiano, outro que encerrou a história no clube nesta semana. Por outro lado, foram 78 gols sofridos pelo camisa 01 tricolor.
O ápice da história do Mito são-paulino com a Libertadores foi em 2005. O tricampeonato conquistado sobre o Atlético-PR com goleada por 4 a 0 no Morumbi foi construído com cinco gols do capitão na campanha.
A história de Ceni pela Libertadores teve 36 rivais diferentes pelo caminho. A lista de adversários que mais vezes foram enfrentados pelo goleiro-artilheiro - quatro confrontos - tem Alianza Lima, Cruzeiro, Atlético-MG, Internacional, Once Caldas, The Stongest (BOL), Chivas (MEX) e Audax Italiano (CHI).
Foram ainda 36 estádios visitados. O recorde de 44 partidas, obviamente, pertence ao Morumbi. Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), e Hernando Siles, em La Paz (BOL), aparecem em segundo com três visitadas do capitão são-paulino.
O Mito foi mero espectador na tarde de ontem no Serra Dourada, quando o Tricolor bateu o Goiás por 1 a 0 e carimbou a vaga na competição continental. Na saída do gramado, os jogadores lembraram do fim da carreira do goleiro-artilheiro após 25 anos e lamentaram sua ausência na Libertadores.
“Eu posso imaginar a vontade do Ceni de estar em campo hoje. Acho que ele é um grande espelho para todo mundo. Fico feliz com a vitória”, afirmou o volante Hudson, um dos destaques da partida.
A história de Ceni com a Libertadores começou em 1993, quando foi reserva do ídolo Zetti na campanha do bicampeonato do clube. A primeira participação como titular foi em 2004, quando o São Paulo foi eliminado na semifinal pelo Once Caldas (COL). Já o último compromisso foi em maio deste ano, na queda para o Cruzeiro nos pênaltis nas oitavas de final. O duelo foi no Mineirão.
“Um dos meus jogos favoritos é contra o Rosario Central (ARG), nas oitavas de final de 2004. Foi um ano especial por termos voltado a disputar a Libertadores após dez anos. Era um jogo perdido, viramos no tempo normal e revertemos também nos pênaltis”, relembra o Mito, que defendeu duas cobranças seguidas contra os argentinos e terminou a noite como herói.
Foram 90 jogos pelo torneio internacional, um recorde entre atletas brasileiros. No ranking geral, Rogério é o quinto colocado no quesito. Com 14 gols, é também o maior artilheiro do São Paulo, empatado com o amigo Luis Fabiano, outro que encerrou a história no clube nesta semana. Por outro lado, foram 78 gols sofridos pelo camisa 01 tricolor.
O ápice da história do Mito são-paulino com a Libertadores foi em 2005. O tricampeonato conquistado sobre o Atlético-PR com goleada por 4 a 0 no Morumbi foi construído com cinco gols do capitão na campanha.
A história de Ceni pela Libertadores teve 36 rivais diferentes pelo caminho. A lista de adversários que mais vezes foram enfrentados pelo goleiro-artilheiro - quatro confrontos - tem Alianza Lima, Cruzeiro, Atlético-MG, Internacional, Once Caldas, The Stongest (BOL), Chivas (MEX) e Audax Italiano (CHI).
Foram ainda 36 estádios visitados. O recorde de 44 partidas, obviamente, pertence ao Morumbi. Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), e Hernando Siles, em La Paz (BOL), aparecem em segundo com três visitadas do capitão são-paulino.
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