Juíza é convocada para mutirão e júri de ex-PM é adiado em Palmeira, AL
O júri popular do ex-policial militar, Manoel Bernardo de Lima Filho, conhecido como “soldado Lima”, acusado de matar o pecuarista José Cardoso de Albuquerque, pai do cantor Geraldo Cardoso, que estava previsto para ocorrer nesta quarta-feira (2), às 9h, na Comarca de Palmeira dos Índios, foi adiado. O motivo foi porque a juíza Luana Freitas, que iria presidir o julgamento, foi convocada para um mutirão.
De acordo com a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), o júri sera no dia 16, às 9h, na comarca do município. Ainda segundo a assessoria, a informação de que a juíza teria que participar da Semana da Justiça pela Paz chegou a comarca no final do expediente de terça-feira (1) e não houve tempo para que os advogados fossem informados.
O acusado é apontado como integrante da gangue fardada, um grupo de militares responsável por crimes de pistolagem, roubos de carros e assaltos no estado. Lima já havia sido condenado por outros homicídios, além de ser apontado como integrante de um grupo de extermínio. O ex-policial foi preso em 2008, em São Paulo.
Entenda o caso
O crime aconteceu em 1989. Albuquerque foi morto com vários disparos de metralhadora e revólver 38, no interior de uma loja, no centro de Palmeira dos Índios.
A vítima era suspeita de participação em roubos de gado no interior do estado. Segundo testemunhas, no dia do crime, Albuquerque vinha sendo seguido pelo delegado Ricardo Lessa e sua equipe desde um trecho em Canafístula.
Ao chegar em um posto de combustíveis, a vítima foi chamada pelo sargento Góes para ir até a delegacia, onde encontrou os delegados Eduardo Mala e Ricardo Lessa.
Durante o encontro, Lessa teria dito que levaria Albuquerque para o município de Viçosa e o mataria no meio da estrada. A vítima tentou fugir entrando em uma loja de auto peças, a qual era cliente, pedindo socorro e gritando que queriam lhe matar. Como não havia saída pelos fundos, ele foi acuado e morto sem chances de defesa.
De acordo com a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), o júri sera no dia 16, às 9h, na comarca do município. Ainda segundo a assessoria, a informação de que a juíza teria que participar da Semana da Justiça pela Paz chegou a comarca no final do expediente de terça-feira (1) e não houve tempo para que os advogados fossem informados.
O acusado é apontado como integrante da gangue fardada, um grupo de militares responsável por crimes de pistolagem, roubos de carros e assaltos no estado. Lima já havia sido condenado por outros homicídios, além de ser apontado como integrante de um grupo de extermínio. O ex-policial foi preso em 2008, em São Paulo.
Entenda o caso
O crime aconteceu em 1989. Albuquerque foi morto com vários disparos de metralhadora e revólver 38, no interior de uma loja, no centro de Palmeira dos Índios.
A vítima era suspeita de participação em roubos de gado no interior do estado. Segundo testemunhas, no dia do crime, Albuquerque vinha sendo seguido pelo delegado Ricardo Lessa e sua equipe desde um trecho em Canafístula.
Ao chegar em um posto de combustíveis, a vítima foi chamada pelo sargento Góes para ir até a delegacia, onde encontrou os delegados Eduardo Mala e Ricardo Lessa.
Durante o encontro, Lessa teria dito que levaria Albuquerque para o município de Viçosa e o mataria no meio da estrada. A vítima tentou fugir entrando em uma loja de auto peças, a qual era cliente, pedindo socorro e gritando que queriam lhe matar. Como não havia saída pelos fundos, ele foi acuado e morto sem chances de defesa.
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