MPE apura cobrança ilegal de médicos para partos cesários em Alagoas
O Ministério Público Estadual (MPE) instaurou inquérito civil para apurar a cobrança de taxas de exclusividade e de disponibilidade por parte de alguns médicos obstetras, conveniados a planos de saúde, para a realização de partos cesários em Alagoas. O promotor Mário Augusto Soares Martins recomendou ao Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal) que se posicione sobre o tema oficialmente e encaminhe a deliberação ao MPE em até 20 dias. Há
O Conselho Federal de Medicina (CFM) expediu um parecer, em 2012, sobre o tema. O colegiado nacional opinou que era ético e não configurava dupla cobrança o pagamento de um valor ao médico pela gestante para o acompanhamento presencial do trabalho de parto normal, não para cesário.
No entanto, a condição para que a negociação fosse feita era que o profissional estivesse fora do plantão e que o procedimento fosse acordado com a gestante desde a primeira consulta. De acordo com o parecer, a situação não se caracterizava infração ao contrato estabelecido entre o médico e o plano de saúde.
No entanto, o MPE foi informado, por meio de denúncia feita na imprensa, de que há cobrança ilegal de taxa de disponibilidade e de exclusividade destes médicos em vários estados do Brasil. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) também se posicionou favorável a esta cobrança, desde que ela esteja padronizada no entendimento do Conselho Federal de Medicina.
O promotor informou que, em audiência realizada no dia 14 de outubro de 2015, o presidente do Cremal, Fernando Pedrosa, disse reconhecer e demonstrou ser contrário à cobrança da taxa para os partos cesários.
As diligências do inquérito vão começar a partir do posicionamento do Cremal. O Conselho Federal de Medicina e a ANS também serão informados da existência da investigação.
Clique aqui e confira a matéria original.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) expediu um parecer, em 2012, sobre o tema. O colegiado nacional opinou que era ético e não configurava dupla cobrança o pagamento de um valor ao médico pela gestante para o acompanhamento presencial do trabalho de parto normal, não para cesário.
No entanto, a condição para que a negociação fosse feita era que o profissional estivesse fora do plantão e que o procedimento fosse acordado com a gestante desde a primeira consulta. De acordo com o parecer, a situação não se caracterizava infração ao contrato estabelecido entre o médico e o plano de saúde.
No entanto, o MPE foi informado, por meio de denúncia feita na imprensa, de que há cobrança ilegal de taxa de disponibilidade e de exclusividade destes médicos em vários estados do Brasil. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) também se posicionou favorável a esta cobrança, desde que ela esteja padronizada no entendimento do Conselho Federal de Medicina.
O promotor informou que, em audiência realizada no dia 14 de outubro de 2015, o presidente do Cremal, Fernando Pedrosa, disse reconhecer e demonstrou ser contrário à cobrança da taxa para os partos cesários.
As diligências do inquérito vão começar a partir do posicionamento do Cremal. O Conselho Federal de Medicina e a ANS também serão informados da existência da investigação.
Clique aqui e confira a matéria original.
Últimas Notícias
Política
Alagoas ocupa 2º lugar em ranking de destinos nacionais mais buscados para lazer em 2025
Saúde
Casos de mpox mais que dobram em 20 dias, com 129 confirmações no Brasil
Polícia
Delegacia de Homicídios investigará morte de cabeleireiro encontrado às margens da BR-101 em Novo Lino
Arapiraca
Ação da PM prende suspeito de agredir ex-mulher e filhas e incendiar casa em Maceió
Polícia
Polícia Civil elucida homicídio ocorrido em Anadia e prende três suspeitos
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Delegado detalha prisão de autor de homicídio no Bosque das Arapiracas
TV JÁ É
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
TV JÁ É
Ordem de Serviço para pavimentação em bairros de Arapiraca
TV JÁ É

