Laudo comprova que RG de estudante impedida de fazer o Enem é verdadeiro
O Instituto de Criminalística (IC) de Alagoas, concluiu nesta quarta-feira (11) que o documento de Registro Geral (RG) de uma candidata ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que foi proibida de fazer a prova, em Maceió, por suspeita de estar portando cópia do documento, é um documento original e verdadeiro.
O episódio ocorreu no dia 25 de outubro (domingo), segundo dia do Enem, e fez com que a jovem não concluísse a prova.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que regimenta o certame, afirmou em nota que ainda não recebeu o resultado de laudo de perícia oficial e afirma que, caso seja comprovada a autenticidade dos referidos documentos, a participante não será prejudicada.
O exame pericial foi solicitado pela delegacia do 1º Distrito Policial da Capital, depois que os pais da jovem de 17 anos registraram um boletim de ocorrência, e tem por objetivo constatar a autenticidade do documento.
Segundo o tio da estudante, José Clovis Soares, o processo está tramitando na Justiça Federal com o intuito de garantir que a estudante possa realizar uma nova avaliação.
“O exame pericial realizado pelo Instituto de Criminalística será determinante para a elucidação do caso. O laudo comprovará a inocência da minha sobrinha e com isso iremos lutar para que ela tenha seu direito garantido de fazer as provas para o curso de medicina da Ufal”, diz Soares.
O parecer divulgado hoje foi elaborado pela perita criminal Andrya Amorim e atesta a veracidade do documento. “Em virtude da presença dos dispositivos de segurança peculiares, consegui comprovar por meio dos exames, que o documento de identificação civil é autêntico”, explica a perita.
O laudo com a conclusão da análise foi protocolado e encaminhado para a delegacia responsável pela investigação do caso e uma cópia do exame também foi entregue à família.
O episódio ocorreu no dia 25 de outubro (domingo), segundo dia do Enem, e fez com que a jovem não concluísse a prova.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que regimenta o certame, afirmou em nota que ainda não recebeu o resultado de laudo de perícia oficial e afirma que, caso seja comprovada a autenticidade dos referidos documentos, a participante não será prejudicada.
O exame pericial foi solicitado pela delegacia do 1º Distrito Policial da Capital, depois que os pais da jovem de 17 anos registraram um boletim de ocorrência, e tem por objetivo constatar a autenticidade do documento.
Segundo o tio da estudante, José Clovis Soares, o processo está tramitando na Justiça Federal com o intuito de garantir que a estudante possa realizar uma nova avaliação.
“O exame pericial realizado pelo Instituto de Criminalística será determinante para a elucidação do caso. O laudo comprovará a inocência da minha sobrinha e com isso iremos lutar para que ela tenha seu direito garantido de fazer as provas para o curso de medicina da Ufal”, diz Soares.
O parecer divulgado hoje foi elaborado pela perita criminal Andrya Amorim e atesta a veracidade do documento. “Em virtude da presença dos dispositivos de segurança peculiares, consegui comprovar por meio dos exames, que o documento de identificação civil é autêntico”, explica a perita.
O laudo com a conclusão da análise foi protocolado e encaminhado para a delegacia responsável pela investigação do caso e uma cópia do exame também foi entregue à família.
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