Testemunha reconhece suspeito como responsável por chacina
A Polícia Civil informou, na tarde desta quarta-feira (11), durante entrevista coletiva, no Complexo de Delegacias Especializadas (Code), em Mangabeiras, que testemunhas reconheceram Charles dos Santos Muniz, de 25 anos, como um dos suspeitos de participar do crime registrado em um sítio, em Guaxuma, onde quatro pessoas de uma mesma família foram mortas no último domingo. Apesar do depoimento da testemunha, o suspeito negou o crime.
De acordo a polícia, em depoimento, a principal testemunha do caso informou que viu duas pessoas no local do crime. A investigação aponta que Charles Muniz, que foi preso na cidade de Maragogi, na casa de parentes, estava na porta do sítio aguardando o irmão, que teria sido o responsável pelas mortes. O outro suspeito segue foragido.
Ainda segundo a principal testemunhas, ela estava em um veículo passando pelo Sesc Guaxuma, teria visto quando o irmão do Charles atravessou a pista todo ensanguentado, segurando um facão. Ele estava passando pela madrugada e reconhece os suspeitos por meio de fotos.
No momento da prisão, o suspeito apresentava vários hematomas pelo corpo, inclusive, com um corte no peito, que teria sido provocado por um facão. O coordenador da Delegacia de Homicídios de Maceió, José Carlos, afirmou que as investigações continuam, para identificar se houve um mandante.
Sobre a motivação para a chacina, os delegados não apontaram com clareza o motivo. Eles afirmam que uma das linhas de investigação diz respeito a alguma divergência no bairro em que as vítimas moravam, no bairro de Pescaria.
Para o delegado Antônio Henrique, também da Delegacia de Homicídios, a criança de 5 anos que sobreviveu a chacina será de fundamental importante para elucidar o caso, mas, ao procurar o HGE, a psicóloga orientou as autoridades policiais que fosse esperado um tempo para conversar o garoto.
De acordo a polícia, em depoimento, a principal testemunha do caso informou que viu duas pessoas no local do crime. A investigação aponta que Charles Muniz, que foi preso na cidade de Maragogi, na casa de parentes, estava na porta do sítio aguardando o irmão, que teria sido o responsável pelas mortes. O outro suspeito segue foragido.
Ainda segundo a principal testemunhas, ela estava em um veículo passando pelo Sesc Guaxuma, teria visto quando o irmão do Charles atravessou a pista todo ensanguentado, segurando um facão. Ele estava passando pela madrugada e reconhece os suspeitos por meio de fotos.
No momento da prisão, o suspeito apresentava vários hematomas pelo corpo, inclusive, com um corte no peito, que teria sido provocado por um facão. O coordenador da Delegacia de Homicídios de Maceió, José Carlos, afirmou que as investigações continuam, para identificar se houve um mandante.
Sobre a motivação para a chacina, os delegados não apontaram com clareza o motivo. Eles afirmam que uma das linhas de investigação diz respeito a alguma divergência no bairro em que as vítimas moravam, no bairro de Pescaria.
Para o delegado Antônio Henrique, também da Delegacia de Homicídios, a criança de 5 anos que sobreviveu a chacina será de fundamental importante para elucidar o caso, mas, ao procurar o HGE, a psicóloga orientou as autoridades policiais que fosse esperado um tempo para conversar o garoto.
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