Procurador do Trabalho aborda as consequências do assédio moral durante congresso acadêmico
O Procurador do Trabalho Rodrigo Alencar levou para estudantes e profissionais da saúde, no dia 6 deste mês, as discussões sobre as consequências que o assédio moral causa ao trabalhador. Alencar participou da Mesa Redonda “Violência e assédio moral no trabalho”, juntamente com o psicólogo Manoel Firmino e o Juiz do Trabalho Alonso Filho, durante a I Jornada de Saúde e Segurança do Trabalhador, promovida pela Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas.
Para o Procurador, a conduta do assédio moral é uma forma de violência que degrada e desestrutura o trabalhador. “Com a massificação do trabalho, o ambiente tem se degradado e tomado um viés mais psíquico. Os trabalhadores vitimados por assédio moral não sofrem apenas constrangimentos repetitivos, mas podem desenvolver sérios distúrbios de ansiedade e até síndrome do pânico”, explicou.
Alencar ainda destacou que as empresas devem ter participação fundamental contra a prática de assédio. “As empresas devem oferecer oportunidades para os profissionais fazerem a denúncia. A criação de um comitê de gestão sobre o assunto é uma alternativa para se obter respostas, para que a prática não fique impune”, ressalta.
Outra causa de degradação no ambiente de trabalho são os casos de acidentes. Durante o Congresso da Uncisal, o Procurador do Trabalho também ressaltou que a subnotificação de acidentes de trabalho é essencial para medir números e buscar soluções para o problema. “A falta de registros de acidentes é um problema. Os hospitais não registram o acidente e muitos profissionais sequer procuram saber a ocupação dos acidentados. Isso já seria importantíssimo no registro dessas ocorrências”, concluiu Alencar.
O evento foi realizado entre os dias 05 e 06 de novembro, no Hotel Maceió Atlantic Suites, durante o V Congresso Acadêmico da Uncisal.
Para o Procurador, a conduta do assédio moral é uma forma de violência que degrada e desestrutura o trabalhador. “Com a massificação do trabalho, o ambiente tem se degradado e tomado um viés mais psíquico. Os trabalhadores vitimados por assédio moral não sofrem apenas constrangimentos repetitivos, mas podem desenvolver sérios distúrbios de ansiedade e até síndrome do pânico”, explicou.
Alencar ainda destacou que as empresas devem ter participação fundamental contra a prática de assédio. “As empresas devem oferecer oportunidades para os profissionais fazerem a denúncia. A criação de um comitê de gestão sobre o assunto é uma alternativa para se obter respostas, para que a prática não fique impune”, ressalta.
Outra causa de degradação no ambiente de trabalho são os casos de acidentes. Durante o Congresso da Uncisal, o Procurador do Trabalho também ressaltou que a subnotificação de acidentes de trabalho é essencial para medir números e buscar soluções para o problema. “A falta de registros de acidentes é um problema. Os hospitais não registram o acidente e muitos profissionais sequer procuram saber a ocupação dos acidentados. Isso já seria importantíssimo no registro dessas ocorrências”, concluiu Alencar.
O evento foi realizado entre os dias 05 e 06 de novembro, no Hotel Maceió Atlantic Suites, durante o V Congresso Acadêmico da Uncisal.
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