Suspeitos da chacina têm envolvimento com tráfico e homicídios
Nenhum suspeito de envolvimento na chacina que vitimou quatro pessoas da mesma família no bairro de Guaxuma, em Maceió, foi preso até a manhã desta segunda-feira (9), mas as investigações estão avançadas e dois homens já foram identificados pela polícia. Conhecidos apenas como Maicon e Charles, eles residem no bairro da Pescaria e teriam envolvimento com tráfico de drogas e assassinatos, conforme informações do coordenador da Delegacia de Homicídios, delegado José Carlos dos Santos.
Segundo ele, já há a confirmação de que pelo menos um dos suspeitos esteve na região no dia do crime. A linha de investigação que vem sendo seguida é a de que a família foi exterminada porque estaria incomodada com o tráfico de drogas na região em que vivia antes de se mudar para Guaxuma.
Eles também podem ter sido confundidos com pessoas que estariam fazendo denúncias à polícia sobre o tráfico na área do Litoral Norte. Até o momento, nenhuma testemunha ocular se apresentou para prestar depoimento à polícia.
"Nós temos uma linha de investigação, mas ainda é cedo para descartar alguma coisa. Já conseguimos confirmar informações sobre dois suspeitos. Duas pessoas perigosas que têm envolvimento com tráfico e homicídios. Confirmamos, inclusive, que um deles esteve na região da chacina", afirmou o delegado.
Além das mortes, a polícia também investiga se a mulher, encontrada apenas de calcinha e com as mãos amarradas a um poste, também foi estuprada. O resultado do exame de conjunção carnal, que pode confirmar se houve o abuso, deve sair em breve.
Nesta segunda-feira, a polícia também confirmou que a família não teria envolvimento com o tráfico e nem era usuária de drogas.
A chacina
Os corpos do caseiro Esvaldo Soares da Silva Santos, de 28 anos; da esposa dele, Genilza da Silva Santos, de 27 anos; e os filhos do casal, Maria da Silva Santos, de 9 anos, e Guilherme da Silva, de 2 anos, foram encontrados na manhã de ontem espalhados em um sítio no bairro de Guaxuma. Um terceiro filho do casal, A.S.S., de 5 anos, foi ferido e jogado em uma fossa, mas sobreviveu ao atentado. Ele encontra-se internado no Hospital Geral do Estado (HGE) e não corre risco de morte.
Clique aqui e confira a matéria original.
Segundo ele, já há a confirmação de que pelo menos um dos suspeitos esteve na região no dia do crime. A linha de investigação que vem sendo seguida é a de que a família foi exterminada porque estaria incomodada com o tráfico de drogas na região em que vivia antes de se mudar para Guaxuma.
Eles também podem ter sido confundidos com pessoas que estariam fazendo denúncias à polícia sobre o tráfico na área do Litoral Norte. Até o momento, nenhuma testemunha ocular se apresentou para prestar depoimento à polícia.
"Nós temos uma linha de investigação, mas ainda é cedo para descartar alguma coisa. Já conseguimos confirmar informações sobre dois suspeitos. Duas pessoas perigosas que têm envolvimento com tráfico e homicídios. Confirmamos, inclusive, que um deles esteve na região da chacina", afirmou o delegado.
Além das mortes, a polícia também investiga se a mulher, encontrada apenas de calcinha e com as mãos amarradas a um poste, também foi estuprada. O resultado do exame de conjunção carnal, que pode confirmar se houve o abuso, deve sair em breve.
Nesta segunda-feira, a polícia também confirmou que a família não teria envolvimento com o tráfico e nem era usuária de drogas.
A chacina
Os corpos do caseiro Esvaldo Soares da Silva Santos, de 28 anos; da esposa dele, Genilza da Silva Santos, de 27 anos; e os filhos do casal, Maria da Silva Santos, de 9 anos, e Guilherme da Silva, de 2 anos, foram encontrados na manhã de ontem espalhados em um sítio no bairro de Guaxuma. Um terceiro filho do casal, A.S.S., de 5 anos, foi ferido e jogado em uma fossa, mas sobreviveu ao atentado. Ele encontra-se internado no Hospital Geral do Estado (HGE) e não corre risco de morte.
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