Crise piora e especialistas também apontam queda de 3% no PIB para 2016
A economia brasileira pode estar no meio da mais severa crise em mais de um século, conforme publicou, na manhã desta terça-feira (03), O Estadão, e já há consenso entre os analistas de que o país enfrentará dois anos e recessão, o que não ocorria desde 1930. O recuo para 2015 é apontado como algo próximo de 3% e os números para 2016 ainda variam bastante, mas, se estiverem corretas as projeções mais pessimistas que começam a aparecer, com queda até superior a 3%, o quadro será mais desalentado, pois o ciclo econômico do atual biênio vai ser o pior pelo menos desde 1901, início da série histórica disponível no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O Bank of America Merril Lynch já prevê para 2016 um recuo de 3,5% no PIB, número pior que a queda de 3,3% projetada para este ano. O Banco Fibra prevê para o próximo ano queda de 2,6%, enquanto que o BNP Paribas já projeta um recuo de 2,5%.
A revisão de parte dos bancos e consultorias para o cenário econômico ocorreu principalmente por causa da fraqueza dos indicadores divulgados ao longo deste segundo semestre. Nos últimos meses, a economia brasileira vem colhendo uma série de dados negativos em quase todos os setores, sobretudo na indústria, e enfrentando uma deterioração muito acentuada no mercado de trabalho.
“Para 2015, percebemos um aprofundamento da recessão do segundo semestre puxado pelo setor industrial. Os estoques continuam elevados, em especial os da cadeia automobilística”, diz Rodolfo Margato, economista do banco Santander. O banco revisou a sua projeção para o PIB deste ano de -2,8% para -3,2%. E a recessão esperada para 2016 passou de -1% para -2%.
O Bank of America Merril Lynch já prevê para 2016 um recuo de 3,5% no PIB, número pior que a queda de 3,3% projetada para este ano. O Banco Fibra prevê para o próximo ano queda de 2,6%, enquanto que o BNP Paribas já projeta um recuo de 2,5%.
A revisão de parte dos bancos e consultorias para o cenário econômico ocorreu principalmente por causa da fraqueza dos indicadores divulgados ao longo deste segundo semestre. Nos últimos meses, a economia brasileira vem colhendo uma série de dados negativos em quase todos os setores, sobretudo na indústria, e enfrentando uma deterioração muito acentuada no mercado de trabalho.
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