Família de jovem morto após agressão de PM denuncia crime ao MP-AL
Familiares do jovem Tiago dos Santos estiveram, nesta terça-feira (20), na promotoria do controle externo, seção do Ministério Público de Alagoas que investiga crimes envolvendo militares, para contar em detalhes a agressão sofrida pelo jovem de 27 anos. Segundo os parentes, o rapaz morreu após ser agredido por um soldado da Polícia Militar de Alagoas (PM-AL).
Na ocasião, a esposa e o irmão de Tiago conversaram por mais de duas horas com o promotor Flávio Gomes. O relato da família é de que na sexta-feira (16), no conjunto José Peixoto, no bairro do Jacintinho, em Maceió, Tiago Santos estava embriagado, quando xingou uma guarnição da polícia militar.
Em seguida, um soldado em serviço teria se sentido ofendido e bateu no rapaz com um cassetete e essas pancadas levaram o jovem à morte. O promotor, após ouvir o relato, disse não haver dúvidas de que realmente houve agressão seguida de morte.
"Agora o que nós temos que dimensionar é aprofundar a investigação para verificar o tamanho da culpabilidade de todos os agentes, uma vez que são quatro pessoas presentes numa viatura. E os outros policiais deveriam ter impedindo essa barbaridade", diz Gomes.
A esposa da vítima, que não quis se identificar, conta ainda que Tiago foi levado para o Hospital Geral do Estado (HGE) mas que os policiais não deixaram que ela fosse junto. "Começaram a bater nele e eu gritei, fui pedir socorro,mas quando eu cheguei ele já estava morto. Os policiais estavam mentindo para mim, dizendo que ele estava vivo”, conta.
Ainda nesta terça-feira, o delegado do 9º Distrito Policial, Nivaldo Aleixo, recebeu o relatório da Central de Flagrantes e irá iniciar a investigação, com base nas declarações dos parentes e também do soldado Ramalho, que se apresentou espontaneamente na mesma noite em que Tiago faleceu.
Para o delegado, os depoimentos contribuem, mas fundamental mesmo é o laudo do Instituto Médico Legal (IML), que ainda não foi feito, e que deve informar qual foi a causa da morte de Tiago.
“Quem vai dirimir a investigação é o laudo do IML, que vai indicar exatamente qual foi a causa da morte”, afirma Aleixo. De acordo com o Instituto, o laudo deve ficar pronto em cerca de 10 dias. Já a corregedoria da PM informou que também aguarda o documento para o inquérito administrativo que vai investigar a denúncia.
Clique aqui e confira a matéria original.
Na ocasião, a esposa e o irmão de Tiago conversaram por mais de duas horas com o promotor Flávio Gomes. O relato da família é de que na sexta-feira (16), no conjunto José Peixoto, no bairro do Jacintinho, em Maceió, Tiago Santos estava embriagado, quando xingou uma guarnição da polícia militar.
Em seguida, um soldado em serviço teria se sentido ofendido e bateu no rapaz com um cassetete e essas pancadas levaram o jovem à morte. O promotor, após ouvir o relato, disse não haver dúvidas de que realmente houve agressão seguida de morte.
"Agora o que nós temos que dimensionar é aprofundar a investigação para verificar o tamanho da culpabilidade de todos os agentes, uma vez que são quatro pessoas presentes numa viatura. E os outros policiais deveriam ter impedindo essa barbaridade", diz Gomes.
A esposa da vítima, que não quis se identificar, conta ainda que Tiago foi levado para o Hospital Geral do Estado (HGE) mas que os policiais não deixaram que ela fosse junto. "Começaram a bater nele e eu gritei, fui pedir socorro,mas quando eu cheguei ele já estava morto. Os policiais estavam mentindo para mim, dizendo que ele estava vivo”, conta.
Ainda nesta terça-feira, o delegado do 9º Distrito Policial, Nivaldo Aleixo, recebeu o relatório da Central de Flagrantes e irá iniciar a investigação, com base nas declarações dos parentes e também do soldado Ramalho, que se apresentou espontaneamente na mesma noite em que Tiago faleceu.
Para o delegado, os depoimentos contribuem, mas fundamental mesmo é o laudo do Instituto Médico Legal (IML), que ainda não foi feito, e que deve informar qual foi a causa da morte de Tiago.
“Quem vai dirimir a investigação é o laudo do IML, que vai indicar exatamente qual foi a causa da morte”, afirma Aleixo. De acordo com o Instituto, o laudo deve ficar pronto em cerca de 10 dias. Já a corregedoria da PM informou que também aguarda o documento para o inquérito administrativo que vai investigar a denúncia.
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