Homem envenenado duas vezes pela mulher cuida da amada na prisão
José Maria Rodrigues de Lima (27), que foi envenenado duas vezes pela esposa Francisca Rosalina da Silva (32), continua visitando a mulher na Divisão de homicídios e proteção à pessoa, localizada no bairro de Fátima, em Fortaleza/CE.
Desde que a mulher foi presa, a cerca de 15 dias, José Maria vai à sede de divisão para levar o café da manhã da esposa. Em entrevista para o Barra Pesada, o homem explica que o motivo das visitas é uma necessidade própria de ajudar. Segundo a vítima, Rosalinda se diz arrependida. “Ela tá bem arrependida. Ela mesma que me socorreu, ela mesma que foi atrás do hospital, ela me visitava direto e eu vejo o arrependimento dela. Porque se ela não tivesse se arrependido ela teria me deixado morrer, porque só estava eu e ela em casa”, explica Zé Maria.
Segundo ele, a esposa está perdoada pelo crime, mas não há planos para retomar o casamento. “No momento não penso em nada disso, só quero que ela saia, que ela vá viver a vida dela e eu viva a minha, mas, sobre o resto, só o tempo vai dizer”.
“Nós moramos muito tempo juntos. Mas dizer que vou tirar ela daqui para ficar com ela, isso eu não posso dizer. Minha família também não aceita isso jamais, até porque ela tentou me matar e isso é uma coisa muito grave. Eu a perdôo, mas minha família não”, completa.
Entenda o caso
Francisca Rosalina da Silva tentou envenenar o marido pela primeira vez no dia 11 de setembro. Na ocasião, Zé Maria passou mal mas não teve que procurar ajuda médica. Três dias depois, no entanto, uma nova tentativa de assassinato por envenenamento foi feita por Rosa usando mais veneno. Desta vez, o homem teve que ser socorrido às pressas e encaminhado para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Desconfiados, os irmãos da vítima procuraram a delegada Socorro Portela, da divisão de homicídios e proteção da pessoa, que passou a acompanhar o caso. A delegada conta que após a investigação e a confirmação por parte da vítima, a polícia optou pela prisão temporária de Rosalina. Durante depoimento, Rosa confessou ter colocado veneno de rato no feijão do esposo.
Ela relatou aos inspetores e novamente em interrogatório que o motivo para a tentativa de homicídio seria porque não gostava mais do rapaz e gostaria de ficar com o carro e os bens comuns após a sua morte. Rosalina vai responder por tentativa de homicídio qualificado, praticado em circunstâncias que revelem especial censurabilidade ou perversidade.
Desde que a mulher foi presa, a cerca de 15 dias, José Maria vai à sede de divisão para levar o café da manhã da esposa. Em entrevista para o Barra Pesada, o homem explica que o motivo das visitas é uma necessidade própria de ajudar. Segundo a vítima, Rosalinda se diz arrependida. “Ela tá bem arrependida. Ela mesma que me socorreu, ela mesma que foi atrás do hospital, ela me visitava direto e eu vejo o arrependimento dela. Porque se ela não tivesse se arrependido ela teria me deixado morrer, porque só estava eu e ela em casa”, explica Zé Maria.
Segundo ele, a esposa está perdoada pelo crime, mas não há planos para retomar o casamento. “No momento não penso em nada disso, só quero que ela saia, que ela vá viver a vida dela e eu viva a minha, mas, sobre o resto, só o tempo vai dizer”.
“Nós moramos muito tempo juntos. Mas dizer que vou tirar ela daqui para ficar com ela, isso eu não posso dizer. Minha família também não aceita isso jamais, até porque ela tentou me matar e isso é uma coisa muito grave. Eu a perdôo, mas minha família não”, completa.
Entenda o caso
Francisca Rosalina da Silva tentou envenenar o marido pela primeira vez no dia 11 de setembro. Na ocasião, Zé Maria passou mal mas não teve que procurar ajuda médica. Três dias depois, no entanto, uma nova tentativa de assassinato por envenenamento foi feita por Rosa usando mais veneno. Desta vez, o homem teve que ser socorrido às pressas e encaminhado para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Desconfiados, os irmãos da vítima procuraram a delegada Socorro Portela, da divisão de homicídios e proteção da pessoa, que passou a acompanhar o caso. A delegada conta que após a investigação e a confirmação por parte da vítima, a polícia optou pela prisão temporária de Rosalina. Durante depoimento, Rosa confessou ter colocado veneno de rato no feijão do esposo.
Ela relatou aos inspetores e novamente em interrogatório que o motivo para a tentativa de homicídio seria porque não gostava mais do rapaz e gostaria de ficar com o carro e os bens comuns após a sua morte. Rosalina vai responder por tentativa de homicídio qualificado, praticado em circunstâncias que revelem especial censurabilidade ou perversidade.
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