Policia começa a ouvir testemunhas de acidente aéreo em AL
O delegado da Polícia Civil Manoel Acácio Júnior, designado em caráter especial para investigar a queda do helicóptero do Gabinete Militar do estado, que vitimou quatro militares na última semana, começou a ouvir nesta terça-feira (29) as testemunhas do acidente.
A investigação da Polícia Civil acontece paralelamente à perícia do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II), da Força Aérea Brasileira.
De acordo com o delegado, o inquérito deve ajudar a identificar os fatores que contribuíram para a queda da aeronave. O prazo para conclusão das investigações da polícia é de um mês, mas pode ser prorrogado. Já a Seripa II tem até um ano para entregar o relatório final da perícia.
Os depoimentos começaram com a cabeleireira Josefa Marcolino da Silva, 46. Ela disse que foi uma das primeiras pessoas a chegar ao local do acidente. "Vi o homem ainda vivo batendo as pernas em cima do carro. Saí para pedir ajuda e quando voltei ele já estava com as costas queimando e me mandaram sair de perto. Foi aí que começaram as explosões e o fogo", conta.
Josefa conta que só depois que o fogo apagou, percebeu que havia outras pessoas na aeronave.
"Até hoje lembro daquele dia. Não consigo dormir direito imaginando aquela cena. Ainda tenho a marca no braço de quando corri e me machuquei. Uma cena que não vou esquecer. Eu sei que eles fizeram de tudo para tirar o helicóptero de cima das nossas casas", lamenta.
A investigação da Polícia Civil acontece paralelamente à perícia do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II), da Força Aérea Brasileira.
De acordo com o delegado, o inquérito deve ajudar a identificar os fatores que contribuíram para a queda da aeronave. O prazo para conclusão das investigações da polícia é de um mês, mas pode ser prorrogado. Já a Seripa II tem até um ano para entregar o relatório final da perícia.
Os depoimentos começaram com a cabeleireira Josefa Marcolino da Silva, 46. Ela disse que foi uma das primeiras pessoas a chegar ao local do acidente. "Vi o homem ainda vivo batendo as pernas em cima do carro. Saí para pedir ajuda e quando voltei ele já estava com as costas queimando e me mandaram sair de perto. Foi aí que começaram as explosões e o fogo", conta.
Josefa conta que só depois que o fogo apagou, percebeu que havia outras pessoas na aeronave.
"Até hoje lembro daquele dia. Não consigo dormir direito imaginando aquela cena. Ainda tenho a marca no braço de quando corri e me machuquei. Uma cena que não vou esquecer. Eu sei que eles fizeram de tudo para tirar o helicóptero de cima das nossas casas", lamenta.

Josefa Marcolino diz que pediu ajuda para tentar
salvar os militares (Foto: Carolina Sanches/G1)
Além da cabeleireira, o delegado convocou outros quatro moradores da região e representantes do Grupamento Aéreo da Polícia Militar. Nesta terça, também será ouvido o mecânico que trabalhava com a aeronave.
"Essas testemunhas vão apontar de que forma a aeronave caiu. Detalhes que vão ajudar nossa conclusão. Temos um mês para concluir esse inquérito, mas posso pedir que ele seja prorrogado", explica Acácio Júnior.
"Essas testemunhas vão apontar de que forma a aeronave caiu. Detalhes que vão ajudar nossa conclusão. Temos um mês para concluir esse inquérito, mas posso pedir que ele seja prorrogado", explica Acácio Júnior.
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