Ex-cabo Luiz Pedro vai a júri por homicídio nesta quarta-feira
O julgamento do ex-cabo da Polícia Militar e ex-vereador de Maceió Luiz Pedro, apontado como sendo o mandante do assassinato do servente de pedreiro Carlos Roberto Rocha Santos, em agosto de 2004, acontece na manhã desta quarta-feira (22), no 2º Salão do Tribunal do Júri, no Fórum do Barro Duro, em Maceió.
Em 12 de agosto de 2004, o servente de pedreiro foi levado de dentro de sua própria residência. De acordo com o Ministério Público de Alagoas (MP/AL), Carlos Roberto estava em casa com sua companheira, no bairro do Clima Bom, na parte alta de Maceió, quando quatro homens chegaram em um veículo e ameaçaram arrombar a residência caso a porta não fosse aberta.
Com receio das ameaças, a mulher de Carlos Roberto abriu a porta da residência e o grupo rendeu o pedreiro sob alegação de que ele seria encaminhado à Delegacia de Repressão às Drogas. No entanto, a vítima foi levada para um local desconhecido e foi executada com vários disparos de arma de fogo.
Ainda segundo o MP, os homens faziam parte de uma organização criminosa chefiada e mantida por Luiz Pedro. A suposta milícia privada tinha como atribuições a execução de pessoas que não atendessem às determinações do ex-parlamentar, a exemplo de usuários de drogas.
O grupo também teria retirado o corpo de Carlos Roberto do Instituto Médico Legal (IML), segundo o MP, com a ajuda de funcionários do local. Depois disso, levaram-no para ser enterrado como indigente no cemitério Divina Pastora, no bairro Rio Novo, mas o corpo foi posteriormente retirado do local.
O acusado nega envolvimento no crime, alegando ser vítima de perseguição política.
Julgamento
Além do ex-cabo e ex-vereador de Maceió Luiz Pedro, será julgado Rogério de Menezes Vasconcelos, um dos supostos executores do crime. O advogado de defesa do réu, Raimundo Palmeira, informou que seu Rogério nunca prestou depoimento, e que entrou com pedido de suspensão do julgamento, apenas dele, usando o argumento de que ele não foi citado no processo de homicídio.
Em 12 de agosto de 2004, o servente de pedreiro foi levado de dentro de sua própria residência. De acordo com o Ministério Público de Alagoas (MP/AL), Carlos Roberto estava em casa com sua companheira, no bairro do Clima Bom, na parte alta de Maceió, quando quatro homens chegaram em um veículo e ameaçaram arrombar a residência caso a porta não fosse aberta.
Com receio das ameaças, a mulher de Carlos Roberto abriu a porta da residência e o grupo rendeu o pedreiro sob alegação de que ele seria encaminhado à Delegacia de Repressão às Drogas. No entanto, a vítima foi levada para um local desconhecido e foi executada com vários disparos de arma de fogo.
Ainda segundo o MP, os homens faziam parte de uma organização criminosa chefiada e mantida por Luiz Pedro. A suposta milícia privada tinha como atribuições a execução de pessoas que não atendessem às determinações do ex-parlamentar, a exemplo de usuários de drogas.
O grupo também teria retirado o corpo de Carlos Roberto do Instituto Médico Legal (IML), segundo o MP, com a ajuda de funcionários do local. Depois disso, levaram-no para ser enterrado como indigente no cemitério Divina Pastora, no bairro Rio Novo, mas o corpo foi posteriormente retirado do local.
O acusado nega envolvimento no crime, alegando ser vítima de perseguição política.
Julgamento
Além do ex-cabo e ex-vereador de Maceió Luiz Pedro, será julgado Rogério de Menezes Vasconcelos, um dos supostos executores do crime. O advogado de defesa do réu, Raimundo Palmeira, informou que seu Rogério nunca prestou depoimento, e que entrou com pedido de suspensão do julgamento, apenas dele, usando o argumento de que ele não foi citado no processo de homicídio.
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