Estado mobiliza sociedade alagoana para a entrega voluntária de armas
Em Alagoas, a Campanha de Entrega Voluntária de Armas foi retomada este ano, com ampliação das atividades e total apoio do Governo do Estado. A Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev), coordena as ações na campanha intitulada ‘Proteja sua família, entregue sua arma!’, que irá utilizar dois microônibus como postos itinerantes de entrega.
O evento ocorrerá nesta sexta-feira (25), durante o Seminário Controle de Armas, pela Vida e pela Paz. O evento, idealizado pela Rede Desarma Brasil, será realizado no auditório do Centro Universitário Tiradentes (Unit), a partir das 13h30, e tem inscrições gratuitas.
A estratégia de usar unidades volantes, além de outras ações para ampliar a participação da população no Estado fizeram com que Alagoas se tornasse uma referência nacional na entrega de armas de fogo. As medidas têm colaborado com a redução dos índices de violência no Estado.
Apoio
O uso de armas de fogo no Brasil é discutido em todo o país e o assunto está em pauta no Congresso. As questões relacionadas ao uso de armas de fogo no Brasil vão ser abordadas nesta terça-feira (22) no programa Profissão Repórter, exibido pela Rede Globo. O assunto está em discussão no Congresso Nacional, onde deputados debatem mudanças no Estatuto do Desarmamento.
O estatuto restringiu a venda e o porte de armas no país há mais de dez anos. Mas entre as alterações, um grupo de parlamentares quer aumentar o tempo de validade do porte de armas (de três para dez anos) e a idade mínima para que um cidadão possa comprar a arma de fogo (de 25 para 21 anos), entre outras questões.
Para o Instituto Sou da Paz, ampliar o acesso e aumentar a circulação de armas de fogo no país é promover o aumento da violência, medida que ainda beneficiaria alguns parlamentares. Uma das reportagens do programa vai mostrar que, segundo documentos obtidos pela instituição, 11 dos 54 deputados da comissão que discute o estatuto receberam meio milhão de reais da indústria da arma para suas campanhas em 2014.
Além disso, o programa também vai mostrar que 83% dos assassinatos registrados em São Paulo são considerados de motivação fútil pela Justiça, ou seja, poderiam ser evitados sem a presença de uma arma de fogo.
Agravante
Para os defensores do Estatuto do Desarmamento, além de não garantir a segurança do cidadão, estatísticas mostram que a arma de fogo também pode ser um agravante, aumentando o risco de morte dele, em caso de embate com o criminoso.
Outra preocupação é com crianças e adolescentes. De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 1200 crianças e adolescentes morrem por arma de fogo no país, por causa de acidentes, suicídios e outros eventos de intenção não determinada todos os anos.
O evento ocorrerá nesta sexta-feira (25), durante o Seminário Controle de Armas, pela Vida e pela Paz. O evento, idealizado pela Rede Desarma Brasil, será realizado no auditório do Centro Universitário Tiradentes (Unit), a partir das 13h30, e tem inscrições gratuitas.
A estratégia de usar unidades volantes, além de outras ações para ampliar a participação da população no Estado fizeram com que Alagoas se tornasse uma referência nacional na entrega de armas de fogo. As medidas têm colaborado com a redução dos índices de violência no Estado.
Apoio
O uso de armas de fogo no Brasil é discutido em todo o país e o assunto está em pauta no Congresso. As questões relacionadas ao uso de armas de fogo no Brasil vão ser abordadas nesta terça-feira (22) no programa Profissão Repórter, exibido pela Rede Globo. O assunto está em discussão no Congresso Nacional, onde deputados debatem mudanças no Estatuto do Desarmamento.
O estatuto restringiu a venda e o porte de armas no país há mais de dez anos. Mas entre as alterações, um grupo de parlamentares quer aumentar o tempo de validade do porte de armas (de três para dez anos) e a idade mínima para que um cidadão possa comprar a arma de fogo (de 25 para 21 anos), entre outras questões.
Para o Instituto Sou da Paz, ampliar o acesso e aumentar a circulação de armas de fogo no país é promover o aumento da violência, medida que ainda beneficiaria alguns parlamentares. Uma das reportagens do programa vai mostrar que, segundo documentos obtidos pela instituição, 11 dos 54 deputados da comissão que discute o estatuto receberam meio milhão de reais da indústria da arma para suas campanhas em 2014.
Além disso, o programa também vai mostrar que 83% dos assassinatos registrados em São Paulo são considerados de motivação fútil pela Justiça, ou seja, poderiam ser evitados sem a presença de uma arma de fogo.
Agravante
Para os defensores do Estatuto do Desarmamento, além de não garantir a segurança do cidadão, estatísticas mostram que a arma de fogo também pode ser um agravante, aumentando o risco de morte dele, em caso de embate com o criminoso.
Outra preocupação é com crianças e adolescentes. De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 1200 crianças e adolescentes morrem por arma de fogo no país, por causa de acidentes, suicídios e outros eventos de intenção não determinada todos os anos.
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