Promotoria pede a suspensão do uso de recursos públicos no Festival do Bagre em Pilar
A Promotoria de Justiça de Pilar recomendou ao prefeito do Município, Carlos Alberto Canuto, a suspensão do uso de recursos públicos para custeio do chamado “Festival do Bagre”, em especial para contratação de bandas musicais, palcos e equipamentos sonoros. O Tribunal de Contas do Estado também expediu recomendação pela não realização do evento.
O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) tomou como base para o procedimento a crise econômica dos municípios alagoanas, entre eles, Pilar. “Por conta disso, o Município vive situação de calamidade pública administrativa. A falta de recursos financeiros impossibilita-o de honrar todos os seus compromissos e de manter os serviços públicos necessários ao bem-estar da comunidade”, explica o promotor de Justiça Jorge Dória.
O titular da Promotoria de Justiça de Pilar também considerou a paralisação realizada recentemente pela Prefeitura Municipal devido à redução do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) pelo Governo Federal.
“Grande festa”
Por meio de divulgação oficial, o MPE/AL soube da realização de uma “grande festa”, intitulada “Festival Bagre”, para o mês de novembro. No evento, haveria a contratação de “variadas, famosas e caras” bandas musicais, com a utilização de recursos públicos municipais.
A Promotoria de Justiça de Pilar entende que tais gastos correspondem a uma contradição com a crise econômica do município e, portanto, configura-se, a princípio, uma ofensa ao disposto no art. 37 da Constituição Federal, pela falta de conveniência e oportunidade.
O Município tem dez dias úteis para responder a recomendação do Ministério Público a contar do recebimento do documento.
O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) tomou como base para o procedimento a crise econômica dos municípios alagoanas, entre eles, Pilar. “Por conta disso, o Município vive situação de calamidade pública administrativa. A falta de recursos financeiros impossibilita-o de honrar todos os seus compromissos e de manter os serviços públicos necessários ao bem-estar da comunidade”, explica o promotor de Justiça Jorge Dória.
O titular da Promotoria de Justiça de Pilar também considerou a paralisação realizada recentemente pela Prefeitura Municipal devido à redução do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) pelo Governo Federal.
“Grande festa”
Por meio de divulgação oficial, o MPE/AL soube da realização de uma “grande festa”, intitulada “Festival Bagre”, para o mês de novembro. No evento, haveria a contratação de “variadas, famosas e caras” bandas musicais, com a utilização de recursos públicos municipais.
A Promotoria de Justiça de Pilar entende que tais gastos correspondem a uma contradição com a crise econômica do município e, portanto, configura-se, a princípio, uma ofensa ao disposto no art. 37 da Constituição Federal, pela falta de conveniência e oportunidade.
O Município tem dez dias úteis para responder a recomendação do Ministério Público a contar do recebimento do documento.
Últimas Notícias
Entretenimento
Globo confirma primeiros nomes do elenco de Avenida Brasil 2
Arapiraca
Familiares buscam localizar jovem desaparecido há mais de 24h, em Arapiraca
Brasil / Mundo
Homem invade vagão exclusivo para mulheres no metrô do DF, assedia e agride passageiras
Justiça
Gilmar acusa Mendonça de usar caso Master para interferir em eleição
Justiça
Moraes acusa Mendonça de querer incluir seu nome em delação de Vorcaro
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Ministro dos Transportes vistoria obras do VLT em Arapiraca
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Julgamento de escultor, em Arapiraca
TV JÁ É
Prefeitura entrega óculos em Arapiraca
TV JÁ É

