Barça ameaça não participar de Mundial de Clubes após punição da Fifa
A Junta Diretiva do Barcelona encerrou sua relação com a atual cúpula da Fifa. O estopim do conflito foi a sanção imposta ao clube impedindo que novos jogadores da equipe principal fossem registrados junto à organização. A punição foi imposta após os catalães serem condenados por negociações envolvendo atletas para a categoria de base.
De acordo com o jornal catalão Mundo Deportivo, por conta da punição, o Barcelona não pôde aproveitar cinco jogadores oriundos da categoria de base que já poderiam estar no plantel de Luis Enrique (Fode Fofana, Matías Lacava, Bem Lederman, Patrice Sousia e Jang Gyeolhee). Na opinião de Josep Maria Bartomeu, a punição prejudica o clube e foi rigorosa demais.
"Isso tudo é tão injusto, exagerado e desmesurado que estamos esperando as trocas de dirigentes que acontecerão na Fifa para entrar com recurso contra a medida", declarou o presidente, citando os recentes escândalos envolvendo Joseph Blatter para compra de votos para sede das Copas de 2018, na Rússia, e 2022, no Catar.
Ainda segundo a publicação, o presidente do Barcelona estaria avaliando seriamente a possibilidade de não disputar o Mundial de Clubes, que acontecerá em dezembro em Yokohama, no Japão. Pesa contra a ideia do presidente a possibilidade real de conquistar todos os títulos da temporada (Liga dos Campeões, Campeonato Espanhol, Copa do Rei, Supercopa da Espanha e Mundial de Clubes).
Entretanto, Bartomeu e outros diretores sabem que sua presença no Mundial não é imprescindível e cogitam não viajar ao país nipônico. A medida seria apenas paliativa, mas a ausência dos dirigentes em um evento tão midiático para a Fifa causaria uma repercussão negativa desnecessária para a organização.
Já houve um precedente parecido envolvendo dirigentes do Barcelona e um evento organizado pela Fifa. Na cerimônia de entrega da Bola de Ouro da última temporada, celebrada em janeiro na Suíça, nenhum membro da Junta Diretiva ou Bartomeu compareceram ao evento, enviando apenas os executivos Albert Soler e Raul Sanllehí, em uma clara demonstração de descontentamento com Blatter.
Queda de Valcke aumentou irritação
O recente escândalo envolvendo o secretário geral da Fifa, Jerome Valcke, irritou ainda mais os dirigentes catalães. Na visão dos diretores, a Fifa perde credibilidade ao impor uma punição tão pesada ao clube, enquanto dentro da organização explodem diversos casos de corrupção.
De acordo com o jornal catalão Mundo Deportivo, por conta da punição, o Barcelona não pôde aproveitar cinco jogadores oriundos da categoria de base que já poderiam estar no plantel de Luis Enrique (Fode Fofana, Matías Lacava, Bem Lederman, Patrice Sousia e Jang Gyeolhee). Na opinião de Josep Maria Bartomeu, a punição prejudica o clube e foi rigorosa demais.
"Isso tudo é tão injusto, exagerado e desmesurado que estamos esperando as trocas de dirigentes que acontecerão na Fifa para entrar com recurso contra a medida", declarou o presidente, citando os recentes escândalos envolvendo Joseph Blatter para compra de votos para sede das Copas de 2018, na Rússia, e 2022, no Catar.
Ainda segundo a publicação, o presidente do Barcelona estaria avaliando seriamente a possibilidade de não disputar o Mundial de Clubes, que acontecerá em dezembro em Yokohama, no Japão. Pesa contra a ideia do presidente a possibilidade real de conquistar todos os títulos da temporada (Liga dos Campeões, Campeonato Espanhol, Copa do Rei, Supercopa da Espanha e Mundial de Clubes).
Entretanto, Bartomeu e outros diretores sabem que sua presença no Mundial não é imprescindível e cogitam não viajar ao país nipônico. A medida seria apenas paliativa, mas a ausência dos dirigentes em um evento tão midiático para a Fifa causaria uma repercussão negativa desnecessária para a organização.
Já houve um precedente parecido envolvendo dirigentes do Barcelona e um evento organizado pela Fifa. Na cerimônia de entrega da Bola de Ouro da última temporada, celebrada em janeiro na Suíça, nenhum membro da Junta Diretiva ou Bartomeu compareceram ao evento, enviando apenas os executivos Albert Soler e Raul Sanllehí, em uma clara demonstração de descontentamento com Blatter.
Queda de Valcke aumentou irritação
O recente escândalo envolvendo o secretário geral da Fifa, Jerome Valcke, irritou ainda mais os dirigentes catalães. Na visão dos diretores, a Fifa perde credibilidade ao impor uma punição tão pesada ao clube, enquanto dentro da organização explodem diversos casos de corrupção.
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