Alagoas deve receber R$ 1 bilhão com CPMF, afirma governador
Nesta sexta-feira (18), o governador Renan Filho (PMDB) defendeu mais uma vez, a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, a CPMF. Segundo ele, caso o imposto seja reestabelecido, Alagoas deve receber em torno de R$ 1 bilhão – estado vizinho, Pernambuco receberia R$ 1,5 bilhão.
Renan Filho afirmou que, apesar das críticas, o Nordeste seria beneficiado com o tributo, pago majoritariamente pela região Sul.
"Para cada real que vamos pagar em Alagoas, vamos receber entre R$ 6 e R$ 8. Enquanto Alagoas pode receber R$ 600 milhões, São Paulo, que é o grande pagador, vai receber R$ 140 milhões. A CPMF é uma grande transferência de renda e por isso quem reage fortemente é são as Federações das Indústrias do Sudeste Sul, os bancos", disse.
O governador destacou, porém, que a expectativa de prefeitos e governadores é que a arrecadação seja dividida entre todos os entes. De acordo com ele, somente assim a Presidência conseguirá o apoio necessário para a aprovação do imposto no Congresso Nacional.
"A chance de a CPMF passar sem apoio de Estados e Municípios é nula. Então, sem a divisão com Estados e Municípios, ela não vai adiante. Isso está claro para o governo federal; fizemos uma reunião e apresentamos isso pra eles e para o congresso", complementou Renan.
Crise
O governador também falou sobre a crise que atinge o País e disse que, devido a isso, vem conversando com os Poderes Legislativo e Judiciário para negociar os duodécimos a serem repassados por meio da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA), já enviada à Assembleia Legislativa.
Segundo ele, é necessário ter cautela nesse momento. "O governo tem reiteradamente conversado com os Poderes e não foi com o envio da LOA que as negociações acabaram. O que tenho falado aos poderes é que estamos em crise; a expectativa de crescimento em 2016 eh de 3.45%. Então, se o Estado tem dificuldades de honrar suas contas, como vai aumentar as despesas?”.
Ele ressaltou que, com a crise, é necessário que os governos tenham novas fontes de arrecadação e voltou a defender a CPMF como uma das possibilidades para isso. Renan Filho expôs ser necessário que o Governo Federal “corte na própria carne”, mas acrescentou que, sem novas receitas, a tendência é que a situação se agrave.
"Vivemos uma crise profunda, um momento de instabilidade, de modo que duas coisas precisam ser feitas: o governo federal precisa cortar na carne, reduzindo despesas; e também aumentar receitas. Se isso não acontecer, a crise vai se prolonga e quando a crise se prolonga muito; aí é que fica caro. O que é mais caro para o cidadão? O estado arrecadar um pouco mais agora ou continuar a perder milhares de empregos?".
Lançamento
Renan Filho lançou nesta sexta dois novos programas de governo, Na Base do Esporte e Na Base da Cultura. Durante o lançamento, o governador – que dançou coco de roda e jogou bolas com as crianças –, afirmou que o Estado vai contratar grupos culturais e fechar parcerias com federações esportivas.
"Os programas vão levar o esporte e a cultura para os bairros periféricos de Maceió, sobretudo os que têm bases comunitárias. Isso ajuda muito na formação do caráter. Muitas vezes, falta estrutura familiar, carinho, mas, se tiver um professor que inspire as crianças; alguém que mostre nossa tradição cultural, elas podem enveredar por esse caminho, que é sempre um caminho profícuo”.
Renan Filho afirmou que, apesar das críticas, o Nordeste seria beneficiado com o tributo, pago majoritariamente pela região Sul.
"Para cada real que vamos pagar em Alagoas, vamos receber entre R$ 6 e R$ 8. Enquanto Alagoas pode receber R$ 600 milhões, São Paulo, que é o grande pagador, vai receber R$ 140 milhões. A CPMF é uma grande transferência de renda e por isso quem reage fortemente é são as Federações das Indústrias do Sudeste Sul, os bancos", disse.
O governador destacou, porém, que a expectativa de prefeitos e governadores é que a arrecadação seja dividida entre todos os entes. De acordo com ele, somente assim a Presidência conseguirá o apoio necessário para a aprovação do imposto no Congresso Nacional.
"A chance de a CPMF passar sem apoio de Estados e Municípios é nula. Então, sem a divisão com Estados e Municípios, ela não vai adiante. Isso está claro para o governo federal; fizemos uma reunião e apresentamos isso pra eles e para o congresso", complementou Renan.
Crise
O governador também falou sobre a crise que atinge o País e disse que, devido a isso, vem conversando com os Poderes Legislativo e Judiciário para negociar os duodécimos a serem repassados por meio da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA), já enviada à Assembleia Legislativa.
Segundo ele, é necessário ter cautela nesse momento. "O governo tem reiteradamente conversado com os Poderes e não foi com o envio da LOA que as negociações acabaram. O que tenho falado aos poderes é que estamos em crise; a expectativa de crescimento em 2016 eh de 3.45%. Então, se o Estado tem dificuldades de honrar suas contas, como vai aumentar as despesas?”.
Ele ressaltou que, com a crise, é necessário que os governos tenham novas fontes de arrecadação e voltou a defender a CPMF como uma das possibilidades para isso. Renan Filho expôs ser necessário que o Governo Federal “corte na própria carne”, mas acrescentou que, sem novas receitas, a tendência é que a situação se agrave.
"Vivemos uma crise profunda, um momento de instabilidade, de modo que duas coisas precisam ser feitas: o governo federal precisa cortar na carne, reduzindo despesas; e também aumentar receitas. Se isso não acontecer, a crise vai se prolonga e quando a crise se prolonga muito; aí é que fica caro. O que é mais caro para o cidadão? O estado arrecadar um pouco mais agora ou continuar a perder milhares de empregos?".
Lançamento
Renan Filho lançou nesta sexta dois novos programas de governo, Na Base do Esporte e Na Base da Cultura. Durante o lançamento, o governador – que dançou coco de roda e jogou bolas com as crianças –, afirmou que o Estado vai contratar grupos culturais e fechar parcerias com federações esportivas.
"Os programas vão levar o esporte e a cultura para os bairros periféricos de Maceió, sobretudo os que têm bases comunitárias. Isso ajuda muito na formação do caráter. Muitas vezes, falta estrutura familiar, carinho, mas, se tiver um professor que inspire as crianças; alguém que mostre nossa tradição cultural, elas podem enveredar por esse caminho, que é sempre um caminho profícuo”.
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