Jolie fala do uso sem precedentes do estupro pelo EI
Angelina Jolie alertou nesta semana que o grupo Estado Islâmico tem usado o estupro como arma de guerra em uma escala nunca antes vista e pediu por uma ação mais efetiva contra os responsáveis.
A atriz, que é representante especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e ativista contra o uso da violência sexual em conflitos, disse que o Estado Islâmico utiliza o estupro como "política" e pediu por uma "resposta muito forte".
Milhares de mulheres e meninas têm sido sequestradas, estupradas e vendidas como escravas sexuais pelo Estado Islâmico desde que o grupo militante declarou um califado em faixas do território de Síria e Iraque no ano passado, de acordo com a ONU e grupos de defesa dos direitos humanos.
"O grupo terrorista mais agressivo do mundo hoje... (está) usando (o estupro) como um ponto central de seu terror e de seu caminho para destruir comunidades e famílias", disse ela em uma comissão parlamentar britânica.
A atriz vencedora do Oscar, que em 2012 se uniu ao ex-chanceler britânico William Hage para lançar uma iniciativa de prevenção à violência sexual em conflitos, contou histórias de meninas estupradas que conheceu pessoalmente em zonas de guerra.
Entre elas, uma garota iraquiana de 13 anos que disse ter sido estuprada repetidamente junto com suas amigas, sendo em seguida vendida por US$ 40 (cerda de R$ 155).
Clique aqui e confira a matéria original.
A atriz, que é representante especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e ativista contra o uso da violência sexual em conflitos, disse que o Estado Islâmico utiliza o estupro como "política" e pediu por uma "resposta muito forte".
Milhares de mulheres e meninas têm sido sequestradas, estupradas e vendidas como escravas sexuais pelo Estado Islâmico desde que o grupo militante declarou um califado em faixas do território de Síria e Iraque no ano passado, de acordo com a ONU e grupos de defesa dos direitos humanos.
"O grupo terrorista mais agressivo do mundo hoje... (está) usando (o estupro) como um ponto central de seu terror e de seu caminho para destruir comunidades e famílias", disse ela em uma comissão parlamentar britânica.
A atriz vencedora do Oscar, que em 2012 se uniu ao ex-chanceler britânico William Hage para lançar uma iniciativa de prevenção à violência sexual em conflitos, contou histórias de meninas estupradas que conheceu pessoalmente em zonas de guerra.
Entre elas, uma garota iraquiana de 13 anos que disse ter sido estuprada repetidamente junto com suas amigas, sendo em seguida vendida por US$ 40 (cerda de R$ 155).
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