Servidores da Educação aceitam reajuste e encerram greve
Em assembleia, realizada na manhã desta terça-feira (08), servidores estaduais de Educação aceitaram reajuste e encerraram greve, que durou quase dois meses, na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal).
A Assembleia contou com a participação de mais de 400 pessoas. A categoria decidiu aceitar a proposta de reajuste de 7 %, parcelado em três vezes, com a maioria dos votos. A decisão ocorre seis dias depois que os deputados aprovaram o reajuste da categoria e dos demais servidores do Estado.
Com a decisão, as aulas devem ser retomadas, em todo o estado, já a partir desta quarta-feira (09), após 54 dias de paralisação.
“Decidimos por aceitar a proposta, mas o governo nos garantiu que vai nos ouvir e, juntos, tentaremos uma solução para os demais problemas, como o PCC, além da necessidade de realização de concurso público e da implantação de melhorias nas escolas, entre outras questões. Sabemos que, com os recursos do Fundeb, o governo teria plenas condições de honrar com os 13%”, afirmou a presidente do Sinteal, Maria Consuelo.
Na tarde desta terça – feira (08), representantes do Sinteal está em reunião com o vice-governador e também secretário de Educação, Luciano Barbosa, a fim de debater as questões ainda pendentes de solução. está reunida para discutir os resultados desta greve, que acabou atrasando o calendário escolar de milhares de alunos da rede estadual de ensino.
A Assembleia contou com a participação de mais de 400 pessoas. A categoria decidiu aceitar a proposta de reajuste de 7 %, parcelado em três vezes, com a maioria dos votos. A decisão ocorre seis dias depois que os deputados aprovaram o reajuste da categoria e dos demais servidores do Estado.
Com a decisão, as aulas devem ser retomadas, em todo o estado, já a partir desta quarta-feira (09), após 54 dias de paralisação.
“Decidimos por aceitar a proposta, mas o governo nos garantiu que vai nos ouvir e, juntos, tentaremos uma solução para os demais problemas, como o PCC, além da necessidade de realização de concurso público e da implantação de melhorias nas escolas, entre outras questões. Sabemos que, com os recursos do Fundeb, o governo teria plenas condições de honrar com os 13%”, afirmou a presidente do Sinteal, Maria Consuelo.
Na tarde desta terça – feira (08), representantes do Sinteal está em reunião com o vice-governador e também secretário de Educação, Luciano Barbosa, a fim de debater as questões ainda pendentes de solução. está reunida para discutir os resultados desta greve, que acabou atrasando o calendário escolar de milhares de alunos da rede estadual de ensino.
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