Cunha se reúne com Dilma para discutir Orçamento de 2016
Após uma hora de reunião a portas fechadas com a Presidente Dilma Rousseff, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defendeu nesta terça-feira (1º) medidas econômicas que retomem a confiança de investidores e dos consumidores.
Ele chegou ao Brasil nesta terça após ter participado da Conferência Mundial de Presidentes de Parlamentos, na sede da ONU, em Nova York (EUA).
— O que a gente precisa mostrar para o mercado é que a nossa dívida não aumente, a nossa dívida bruta não seja aumentada. E a dívida bruta já foi aumentada bastante este ano pelo aumento de juros que aconteceu.
Nesta segunda-feira (31), o governo encaminhou ao Congresso Nacional as previsões do Orçamento de 2016. No projeto de lei, consta a estimativa de um rombo de R$ 30,5 bilhões nas contas públicas para o ano que vem.
Cunha foi chamado pela presidente para discutir a situação financeira do País. Ele defendeu que sejam adotadas medidas que evitem queda na arrecadação mas sem aumento de impostos.
— Basicamente a discussão foi sobre a situação, o orçamento. Ela explicou a peça orçamentária, a gente debateu. Enfim, debatemos a situação conjuntural sobre tudo.
Rompimento
Este foi o primeiro encontro entre Dilma e Cunha desde que o o presidente da Câmara romper com o governo em julho deste ano. A decisão foi tomada após a divulgação do depoimento de Julio Camargo, um dos delatores da Operação Lava Jato. O empresário disse a investigadores que Cunha teria pedido US$ 5 milhões em propina.
À época, Cunha acusou o Planalto de promover uma “devassa fiscal” em suas contas e disse que o Executivo realizava manobras para tentar constrange-lo.
Cunha disse que se tratou de uma “conversa institucional” e que o seu alinhamento político não tem nada a ver com o seu papel institucional. O parlamentar disse que sempre defendeu a independência e a harmonia entre os poderes, mas que isso não significa que vai reconsiderar o rompimento.
— A harmonia tem que ser mantida e harmonia é isso, é conversar. Isso não quer dizer que eu vou ter posição de apoiamento, nem que eu mudei minha posição, nem que eu voltei atrás no rompimento político que eu tinha feito com o governo.
Ele chegou ao Brasil nesta terça após ter participado da Conferência Mundial de Presidentes de Parlamentos, na sede da ONU, em Nova York (EUA).
— O que a gente precisa mostrar para o mercado é que a nossa dívida não aumente, a nossa dívida bruta não seja aumentada. E a dívida bruta já foi aumentada bastante este ano pelo aumento de juros que aconteceu.
Nesta segunda-feira (31), o governo encaminhou ao Congresso Nacional as previsões do Orçamento de 2016. No projeto de lei, consta a estimativa de um rombo de R$ 30,5 bilhões nas contas públicas para o ano que vem.
Cunha foi chamado pela presidente para discutir a situação financeira do País. Ele defendeu que sejam adotadas medidas que evitem queda na arrecadação mas sem aumento de impostos.
— Basicamente a discussão foi sobre a situação, o orçamento. Ela explicou a peça orçamentária, a gente debateu. Enfim, debatemos a situação conjuntural sobre tudo.
Rompimento
Este foi o primeiro encontro entre Dilma e Cunha desde que o o presidente da Câmara romper com o governo em julho deste ano. A decisão foi tomada após a divulgação do depoimento de Julio Camargo, um dos delatores da Operação Lava Jato. O empresário disse a investigadores que Cunha teria pedido US$ 5 milhões em propina.
À época, Cunha acusou o Planalto de promover uma “devassa fiscal” em suas contas e disse que o Executivo realizava manobras para tentar constrange-lo.
Cunha disse que se tratou de uma “conversa institucional” e que o seu alinhamento político não tem nada a ver com o seu papel institucional. O parlamentar disse que sempre defendeu a independência e a harmonia entre os poderes, mas que isso não significa que vai reconsiderar o rompimento.
— A harmonia tem que ser mantida e harmonia é isso, é conversar. Isso não quer dizer que eu vou ter posição de apoiamento, nem que eu mudei minha posição, nem que eu voltei atrás no rompimento político que eu tinha feito com o governo.
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