Dólar recua e fecha a quinta-feira cotado a R$ 3,55
O dólar caiu nesta quinta-feira (27) e voltou a ser cotado abaixo de R$ 3,60, em meio a expectativas de que o banco central dos Estados Unidos vai postergar o aumento de juros devido às turbulências financeiras globais provocadas por preocupações com a economia chinesa.
A moeda norte-americana caiu 1,35%, a R$ 3,5528 na venda. Nas duas sessões anteriores o dólar fechou no patamar de R$ 3,60, patamar mais alto em mais de 12 anos.
“É muito natural que o banco central dos Estados Unidos vá com calma. Os episódios dos últimos dias na China colocam todo mundo na retaguarda, inclusive os EUA", disse o superintendente da corretora Correparti, Ricardo Gomes da Silva.
A manutenção de juros baixos na maior economia do mundo sustentaria a atratividade de papéis de países como o Brasil. Essa expectativa ofuscou até mesmo o crescimento acima do esperado da economia norte-americana no segundo trimestre, divulgado nesta manhã, uma vez que operadores consideraram que o dado não reflete o impacto da volatilidade recente nos mercados globais.
"Declarações de autoridades diminuíram o foco (em uma alta dos juros nos EUA) em setembro", afirmaram analistas do Scotiabank em nota a clientes, referindo-se ao pronunciamento do presidente do Fed de Nova York, William Dudley, na quarta-feira, de que o início do aperto monetário no mês que vem passou a ser "menos convincente" do que há algumas semanas diante das turbulências nos mercados.
No Brasil, contribuiu para o alívio do câmbio o cenário interno um pouco mais positivo. Operadores citaram a concessão pelo TCU (Tribunal de Contas da União) de mais 15 dias para o governo federal explicar pontos adicionais sobre as contas de 2014 e declarações da agência Moody's que sugeririam que o Brasil não deve perder seu selo de bom pagador.
"A ausência de notícias ruins no Brasil já pode ser considerada uma coisa positiva", disse Silva, da Correparti.
A recente alta expressiva do dólar também favoreceu o recuo da moeda norte-americana nesta sessão. Segundo operadores, o movimento de alta do dólar não só abriu espaço para ajustes de carteira, como também levou investidores a especularem sobre possível aumento da intervenção do Banco Central.
A divisa dos EUA acumulava até a véspera alta de 5,16% sobre o real no mês, em um movimento que teve como pano de fundo a profunda queda das bolsas chinesas, que reverberou nos mercados em todo o mundo.
Nesta manhã, o BC vendeu a oferta total de até 11 mil contratos de swap cambial tradicional, que equivalem à venda futura de dólares, para a rolagem do lote que vence no próximo mês. Ao todo, o BC já rolou US$ 9,154 bilhões, ou cerca de 91%, do total de US$ 10,027 bilhões.
Clique aqui e confira a matéria original
A moeda norte-americana caiu 1,35%, a R$ 3,5528 na venda. Nas duas sessões anteriores o dólar fechou no patamar de R$ 3,60, patamar mais alto em mais de 12 anos.
“É muito natural que o banco central dos Estados Unidos vá com calma. Os episódios dos últimos dias na China colocam todo mundo na retaguarda, inclusive os EUA", disse o superintendente da corretora Correparti, Ricardo Gomes da Silva.
A manutenção de juros baixos na maior economia do mundo sustentaria a atratividade de papéis de países como o Brasil. Essa expectativa ofuscou até mesmo o crescimento acima do esperado da economia norte-americana no segundo trimestre, divulgado nesta manhã, uma vez que operadores consideraram que o dado não reflete o impacto da volatilidade recente nos mercados globais.
"Declarações de autoridades diminuíram o foco (em uma alta dos juros nos EUA) em setembro", afirmaram analistas do Scotiabank em nota a clientes, referindo-se ao pronunciamento do presidente do Fed de Nova York, William Dudley, na quarta-feira, de que o início do aperto monetário no mês que vem passou a ser "menos convincente" do que há algumas semanas diante das turbulências nos mercados.
No Brasil, contribuiu para o alívio do câmbio o cenário interno um pouco mais positivo. Operadores citaram a concessão pelo TCU (Tribunal de Contas da União) de mais 15 dias para o governo federal explicar pontos adicionais sobre as contas de 2014 e declarações da agência Moody's que sugeririam que o Brasil não deve perder seu selo de bom pagador.
"A ausência de notícias ruins no Brasil já pode ser considerada uma coisa positiva", disse Silva, da Correparti.
A recente alta expressiva do dólar também favoreceu o recuo da moeda norte-americana nesta sessão. Segundo operadores, o movimento de alta do dólar não só abriu espaço para ajustes de carteira, como também levou investidores a especularem sobre possível aumento da intervenção do Banco Central.
A divisa dos EUA acumulava até a véspera alta de 5,16% sobre o real no mês, em um movimento que teve como pano de fundo a profunda queda das bolsas chinesas, que reverberou nos mercados em todo o mundo.
Nesta manhã, o BC vendeu a oferta total de até 11 mil contratos de swap cambial tradicional, que equivalem à venda futura de dólares, para a rolagem do lote que vence no próximo mês. Ao todo, o BC já rolou US$ 9,154 bilhões, ou cerca de 91%, do total de US$ 10,027 bilhões.
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