Prefeitura de Jequiá da Praia cobra finalização de Conjunto Residencial
O prefeito Marcelo Beltrão voltou a cobrar o reinício das obras e agilidade na entrega do Conjunto Residencial Três Irmãos, em Jequiá da Praia. O pedido foi feito ao ouvidor agrário do regional do Incra, Marcos Bezerra, durante reunião ordinária do Conselho da Resex Marinha Lagoa do Jequiá.
Durante a reunião, o ouvidor do Incra, Marcos Bezerra, fez uma pequena apresentação da situação atual do residencial e sobre as medidas que o órgão vem adotando. Segundo ele, o Incra está fazendo uma reavaliação financeira das obras e um novo orçamento do material necessário para finalizar a obra das duzentas residências.
“Nós estamos refazendo o orçamento dos materiais necessários porque aconteceram alguns furtos. Temos alguns nomes e pretendemos passar para o Ministério Público Federal. Hoje temos 75 famílias morando lá e já cobramos da Eletrobras o fornecimento de energia no local”, explicou Marcos Bezerra.
O prefeito Marcelo Beltrão ouviu as explicações, mas cobrou providências de maneira ágil para a finalização e entrega da obra que está atrasada há quase quatro anos. O processo começou no ano de 2009, quando o município comprou um terreno de 18 hectares, fez o projeto do loteamento e doou grande parte do terreno para o Incra, que começaria a obra.
“Com o terreno doado, o Incra tinha o prazo de dois anos para entregar a obra, ou então devolver o terreno caso não tivesse construído. Passaram dois anos, três, quatro e, no final se iniciou. Precariamente, mas iniciou a obra”, explicou o prefeito.
Durante este período, a construção passou por alguns entraves. Entretanto, todos foram resolvidos pelo município. “Primeiro o ICMBio demorou para aprovar a derrubada dos coqueiros. Conseguimos e fizemos. Depois o ICMBio disse que a obra só poderia começar quando fizéssemos o acesso e fizemos, que foi a pavimentação da ladeira do Seu Dezinho”, relatou o prefeito.
Marcelo Beltrão ressaltou ainda que a prefeitura cumpriu tudo o que era de sua responsabilidade e pediu ações mais efetivas para que as famílias instaladas no conjunto consigam ter mais tranquilidade e conforto.
“Tudo o que fizemos consta em ata no Ministério Público Federal. A prefeitura já esgotou todos os limites de paciência que tinha para esse atendimento. Então temos que resolver. Se roubaram o material, aciona o Ministério Público Federal e investiga quem foi. Agora nem a prefeitura e nem o cidadão que está lá, com esse serviço precário, tem culpa disso. Se tivermos que ir para a Polícia Federal, vamos lá e eles irão investigar se o material enviado foi insuficiente ou se alguém pegou de lá. O que não podemos é esperar mais. A gente está parado desde 2009 e estamos em 2015. São mais de seis nãos e, a gente entende que a dificuldade está grande, mas apesar de todas as parcerias, a gente precisa de ação. Ação efetiva e não dá mais para esperar não. Alguém precisa ser responsabilizado para que a culpa não caia sobre o prefeito. Somos parceiros, mas não temos mais como esperar”, argumentou Beltrão.
De acordo com Marcos Bezerra, o projeto de fornecimento de energia já foi licitado pela Eletrobras e estava na fase de execução e, em breve devem começar a implantação da rede de alta tensão.
Somente com a instalação de energia elétrica o município terá como resolver o problema da água. De forma paliativa, o Sistema de Abastecimento de Água e Esgoto (SAAE) do município levou água até Conjunto. Esta água fica armazenas em duas caixas de cinco mil litros, com torneiras, por onde os moradores têm acesso. Mas somente com a perfuração do poço artesiano é que a água chegar às torneiras das casas, o que só poderá ser feito quando houver fornecimento de energia elétrica.
Durante a reunião, o ouvidor do Incra, Marcos Bezerra, fez uma pequena apresentação da situação atual do residencial e sobre as medidas que o órgão vem adotando. Segundo ele, o Incra está fazendo uma reavaliação financeira das obras e um novo orçamento do material necessário para finalizar a obra das duzentas residências.
“Nós estamos refazendo o orçamento dos materiais necessários porque aconteceram alguns furtos. Temos alguns nomes e pretendemos passar para o Ministério Público Federal. Hoje temos 75 famílias morando lá e já cobramos da Eletrobras o fornecimento de energia no local”, explicou Marcos Bezerra.
O prefeito Marcelo Beltrão ouviu as explicações, mas cobrou providências de maneira ágil para a finalização e entrega da obra que está atrasada há quase quatro anos. O processo começou no ano de 2009, quando o município comprou um terreno de 18 hectares, fez o projeto do loteamento e doou grande parte do terreno para o Incra, que começaria a obra.
“Com o terreno doado, o Incra tinha o prazo de dois anos para entregar a obra, ou então devolver o terreno caso não tivesse construído. Passaram dois anos, três, quatro e, no final se iniciou. Precariamente, mas iniciou a obra”, explicou o prefeito.
Durante este período, a construção passou por alguns entraves. Entretanto, todos foram resolvidos pelo município. “Primeiro o ICMBio demorou para aprovar a derrubada dos coqueiros. Conseguimos e fizemos. Depois o ICMBio disse que a obra só poderia começar quando fizéssemos o acesso e fizemos, que foi a pavimentação da ladeira do Seu Dezinho”, relatou o prefeito.
Marcelo Beltrão ressaltou ainda que a prefeitura cumpriu tudo o que era de sua responsabilidade e pediu ações mais efetivas para que as famílias instaladas no conjunto consigam ter mais tranquilidade e conforto.
“Tudo o que fizemos consta em ata no Ministério Público Federal. A prefeitura já esgotou todos os limites de paciência que tinha para esse atendimento. Então temos que resolver. Se roubaram o material, aciona o Ministério Público Federal e investiga quem foi. Agora nem a prefeitura e nem o cidadão que está lá, com esse serviço precário, tem culpa disso. Se tivermos que ir para a Polícia Federal, vamos lá e eles irão investigar se o material enviado foi insuficiente ou se alguém pegou de lá. O que não podemos é esperar mais. A gente está parado desde 2009 e estamos em 2015. São mais de seis nãos e, a gente entende que a dificuldade está grande, mas apesar de todas as parcerias, a gente precisa de ação. Ação efetiva e não dá mais para esperar não. Alguém precisa ser responsabilizado para que a culpa não caia sobre o prefeito. Somos parceiros, mas não temos mais como esperar”, argumentou Beltrão.
De acordo com Marcos Bezerra, o projeto de fornecimento de energia já foi licitado pela Eletrobras e estava na fase de execução e, em breve devem começar a implantação da rede de alta tensão.
Somente com a instalação de energia elétrica o município terá como resolver o problema da água. De forma paliativa, o Sistema de Abastecimento de Água e Esgoto (SAAE) do município levou água até Conjunto. Esta água fica armazenas em duas caixas de cinco mil litros, com torneiras, por onde os moradores têm acesso. Mas somente com a perfuração do poço artesiano é que a água chegar às torneiras das casas, o que só poderá ser feito quando houver fornecimento de energia elétrica.
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