Governo e servidores permanecem sem acordo quanto ao aumento salarial
Mesmo após várias reuniões entre o Poder Judiciário, Governo e servidores estaduais, a mediação terminou sem acordo quanto à porcentagem do aumento salarial. Nesta sexta-feira (07), o presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargador Washington Luiz Damasceno Freitas, e o desembargador Tutmés Airan de Albuquerque Melo, conversaram com os representantes sindicais sobre o posicionamento do Governo.
O desembargador Washington Luiz lamentou a permanência do impasse e destacou que o Judiciário continua à disposição para participar de novos diálogos. “Infelizmente não conseguimos uma notícia positiva. Fizemos inúmeras reuniões em conjunto e com cada uma das partes, mas hoje comunicamos aos servidores que o Governo do Estado afirmou não ter condições de dar um aumento maior do que 5%”, disse.
Ainda segundo o presidente Washington Luiz, o secretário da Fazenda George André Santoro disse ter participado, nos últimos dias, de um encontro com outros secretários da Fazenda, em Fortaleza, e constatou que, devido a situação do país, diversos estados não tinham concedido nenhuma porcentagem de aumento salarial.
Rilda Alves, presidente da Central Única dos Trabalhadores em Alagoas (CUT-AL), destacou o papel do Judiciário na tentativa de um acordo e explicou que os servidores deverão se reunir com suas bases sindicais para discutir quais medidas poderão adotar. “Nós agradecemos a abertura do Judiciário por ter nos ajudado nesse momento de dialogar com o Governo. Mas diante da resistência do Governo, nós vamos continuar na luta porque acreditamos que é uma reivindicação legal”, disse.
Os servidores pedem o reajuste mínimo de 6,41%, que é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O Governo de Alagoas oferece um aumento de 5% para todas as categorias, exceto da Educação que teria um aumento de 7%.
O desembargador Washington Luiz lamentou a permanência do impasse e destacou que o Judiciário continua à disposição para participar de novos diálogos. “Infelizmente não conseguimos uma notícia positiva. Fizemos inúmeras reuniões em conjunto e com cada uma das partes, mas hoje comunicamos aos servidores que o Governo do Estado afirmou não ter condições de dar um aumento maior do que 5%”, disse.
Ainda segundo o presidente Washington Luiz, o secretário da Fazenda George André Santoro disse ter participado, nos últimos dias, de um encontro com outros secretários da Fazenda, em Fortaleza, e constatou que, devido a situação do país, diversos estados não tinham concedido nenhuma porcentagem de aumento salarial.
Rilda Alves, presidente da Central Única dos Trabalhadores em Alagoas (CUT-AL), destacou o papel do Judiciário na tentativa de um acordo e explicou que os servidores deverão se reunir com suas bases sindicais para discutir quais medidas poderão adotar. “Nós agradecemos a abertura do Judiciário por ter nos ajudado nesse momento de dialogar com o Governo. Mas diante da resistência do Governo, nós vamos continuar na luta porque acreditamos que é uma reivindicação legal”, disse.
Os servidores pedem o reajuste mínimo de 6,41%, que é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O Governo de Alagoas oferece um aumento de 5% para todas as categorias, exceto da Educação que teria um aumento de 7%.
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