Carência de efetivo impede Estado de ampliar cooperação com a perícia da Força Nacional
Sete peritos criminais formados para participar da Força Nacional e apenas um cedido atualmente para atuar em nome da corporação, fora de Alagoas. A conta revela que a carência de efetivo é um impedimento para o Estado ampliar a cooperação com o governo federal enviando mais peritos para a FN.
A situação foi apresentada esta semana por dois dos quatro peritos que participaram da mais recente Instrução de Nivelamento de Conhecimento da Força Nacional, entre os dias 22 de junho e 10 de julho, em Brasília.
José Veras Neto e Diozênio Monteiro participaram do curso com os peritos Carlos Robério e Suely Maurício. Ela foi a única servidora da Perícia Oficial alagoana mobilizada nessa etapa para a Força Nacional e está lotada na Operação Angico, na cidade de Aracaju (SE).
Alagoas, porém, não é o único estado com dificuldade em disponibilizar peritos para formar a equipe nacional. De acordo com José Veras, a quantidade de servidores da área na FN é nitidamente menor do que a de pessoal da polícia judiciária e de militares.
Para se ter ideia da carência de efetivo no país, dos 27 peritos enviados ao curso por 14 unidades da federação, só 10 foram mobilizados para operações. Os demais retornaram aos seus órgãos de origem.
“A perícia da Força Nacional está em Alagoas há muito tempo e essa seria a hora e a forma de retribuir: enviando peritos para as operações. A Secretaria Nacional de Segurança Pública ajudou muito Alagoas e poderíamos cooperar mais com o governo federal, mas não temos essa disponibilidade”, lamenta Veras.
Atuação
Em Alagoas, a atuação da Força Nacional começou em 2012, inicialmente com equipes de militares, por meio da Operação Jaraguá. A ideia do reforço era ser excepcional, porém ele foi mantido ano a ano, por conta da necessidade de ampliar as ações de segurança pública e reduzir a violência.
Foi no estado alagoano que a operação durou mais tempo, e permanece até os dias atuais. Só em Alagoas estavam lotados até junho três de nove delegados que integravam a FN. Os números devem mudar agora, após a nova Instrução.
Para o perito Diozênio Monteiro, a metodologia usada na FN poderia ser introduzida nos estados, elevando a potencialidade dos órgãos de perícia. “A Instrução é bem voltada para a parte operacional. Aprendemos aquilo que vamos usar no dia a dia, inclusive nas perícias externas, que são as principais demandas hoje”, diz.
Na Instrução, foram apresentados exemplos de casos já esclarecidos, técnicas e ferramentas utilizadas; uso da hematologia forense, que é o estudo da mancha de sangue para a reconstrução do evento criminoso; balística forense; manuseio, classificação e desmontagem de armas; direção defensiva, entre outros.
A situação foi apresentada esta semana por dois dos quatro peritos que participaram da mais recente Instrução de Nivelamento de Conhecimento da Força Nacional, entre os dias 22 de junho e 10 de julho, em Brasília.
José Veras Neto e Diozênio Monteiro participaram do curso com os peritos Carlos Robério e Suely Maurício. Ela foi a única servidora da Perícia Oficial alagoana mobilizada nessa etapa para a Força Nacional e está lotada na Operação Angico, na cidade de Aracaju (SE).
Alagoas, porém, não é o único estado com dificuldade em disponibilizar peritos para formar a equipe nacional. De acordo com José Veras, a quantidade de servidores da área na FN é nitidamente menor do que a de pessoal da polícia judiciária e de militares.
Para se ter ideia da carência de efetivo no país, dos 27 peritos enviados ao curso por 14 unidades da federação, só 10 foram mobilizados para operações. Os demais retornaram aos seus órgãos de origem.
“A perícia da Força Nacional está em Alagoas há muito tempo e essa seria a hora e a forma de retribuir: enviando peritos para as operações. A Secretaria Nacional de Segurança Pública ajudou muito Alagoas e poderíamos cooperar mais com o governo federal, mas não temos essa disponibilidade”, lamenta Veras.
Atuação
Em Alagoas, a atuação da Força Nacional começou em 2012, inicialmente com equipes de militares, por meio da Operação Jaraguá. A ideia do reforço era ser excepcional, porém ele foi mantido ano a ano, por conta da necessidade de ampliar as ações de segurança pública e reduzir a violência.
Foi no estado alagoano que a operação durou mais tempo, e permanece até os dias atuais. Só em Alagoas estavam lotados até junho três de nove delegados que integravam a FN. Os números devem mudar agora, após a nova Instrução.
Para o perito Diozênio Monteiro, a metodologia usada na FN poderia ser introduzida nos estados, elevando a potencialidade dos órgãos de perícia. “A Instrução é bem voltada para a parte operacional. Aprendemos aquilo que vamos usar no dia a dia, inclusive nas perícias externas, que são as principais demandas hoje”, diz.
Na Instrução, foram apresentados exemplos de casos já esclarecidos, técnicas e ferramentas utilizadas; uso da hematologia forense, que é o estudo da mancha de sangue para a reconstrução do evento criminoso; balística forense; manuseio, classificação e desmontagem de armas; direção defensiva, entre outros.
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