Presidente da Câmara anunciará rompimento com o governo
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do PMDB, disse agora à ÉPOCA que irá romper imediatamente com o governo Dilma. A radical decisão será anunciada amanhã de manhã, numa coletiva em Brasília. “Não há mais volta. A partir de hoje, minhas relações com o governo estão rompidas”, disse Cunha. “Janot está claramente agindo em conluio com Dilma e o PT. Alguém precisa dizer basta! É um movimento político para acuar o Congresso.”
A fúria de Cunha deve-se ao novo depoimento, em delação premiada, do empresário Julio Camargo, que acusou o presidente da Câmara de receber propina no petrolão. Cunha está indignado: nega a acusação e critica severamente o fato de o depoimento ter sido concedido ao juiz Sergio Moro, em Curitiba. Camargo disse o mesmo ao procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, mas esse depoimento ainda não veio a público. Por ter foro no Supremo, Cunha acredita que as declarações de Camargo ao juiz Sergio Moro foram ilegais. Ele também diz que Camargo disse “mentiras” ao ser coagido por Janot, que ameaçara cancelar a delação premiada do empresário caso ele não entregasse o que sabia sobre Cunha.
O contra-ataque de Cunha não ficará nas palavras. O rompimento significa que ele mandará instalar duas CPIs na Câmara: uma para investigar os fundos de pensão e outra para apurar desvios no BNDES. “Se Dilma e o governo me querem como inimigo, conseguiram. Não haverá mais trégua. Não serei intimidado”, disse Cunha. Mesmo no recesso da Câmara, que começa agora, o governo Dilma não terá mais sossego, garante Cunha.
A fúria de Cunha deve-se ao novo depoimento, em delação premiada, do empresário Julio Camargo, que acusou o presidente da Câmara de receber propina no petrolão. Cunha está indignado: nega a acusação e critica severamente o fato de o depoimento ter sido concedido ao juiz Sergio Moro, em Curitiba. Camargo disse o mesmo ao procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, mas esse depoimento ainda não veio a público. Por ter foro no Supremo, Cunha acredita que as declarações de Camargo ao juiz Sergio Moro foram ilegais. Ele também diz que Camargo disse “mentiras” ao ser coagido por Janot, que ameaçara cancelar a delação premiada do empresário caso ele não entregasse o que sabia sobre Cunha.
O contra-ataque de Cunha não ficará nas palavras. O rompimento significa que ele mandará instalar duas CPIs na Câmara: uma para investigar os fundos de pensão e outra para apurar desvios no BNDES. “Se Dilma e o governo me querem como inimigo, conseguiram. Não haverá mais trégua. Não serei intimidado”, disse Cunha. Mesmo no recesso da Câmara, que começa agora, o governo Dilma não terá mais sossego, garante Cunha.
Últimas Notícias
Esporte
Brasil termina Jogos Paralímpicos de Inverno em 22º lugar, melhor resultado da história
Polícia
Casal é detido após tentativa de furto em supermercado na Ponta Verde, em Maceió
Polícia
Polícia Militar apreende sete armas em ocorrências registradas em Maceió e no interior
Polícia
Suspeitos de tráfico de drogas são presos em São Miguel dos Milagres
Arapiraca
Mulher suspeita de matar companheira é presa pela Guarda Municipal em Maceió
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Delegado detalha prisão de autor de homicídio no Bosque das Arapiracas
TV JÁ É
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
TV JÁ É
Debate sobre o dia 18 de maio em São Sebastião
TV JÁ É

