Servidores da rede estadual de ensino deflagram greve por tempo indeterminado
Servidores a rede estadual de ensino público deflagraram greve por tempo indeterminado em assembleia realizada nesta sexta-feira (10), na sede do Sindicato do Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal), no bairro do Mutange. A paralisação terá início a partir da próxima quinta-feira (16) e vai abranger toda os funcionários rede pública de ensino do estado. A proposta de 7% parcelada em três vezes foi rejeitada pela categoria
De acordo com a assessoria do Sinteal, cerca de 400 pessoas participaram da reunião. Entre as principais reivindicações estão o reajuste salarial de 13,01%, a aplicação de progressões e de melhores condições de trabalho, além da reforma em algumas escolas, que estão em situação precária.
O movimento grevista espera por um posicionamento do Governo do Estado sobre a apresentação de uma contraproposta.
Na última greve deflagrada pelos servidores da educação, que atingiu a rede municipal de ensino, o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), através do desembargador James Magalhães, julgou que a greve seria ilegal, pois o sindicato determinou a paralisação durante a vigência de um acordo entre a Prefeitura e os servidores, que determina que o processo de negociação da data-base de 2015 só aconteceria em maio deste ano.
A greve dos servidores da rede municipal teve início no dia 22 de abril e deixou 55 mil alunos de 135 escolas fora da sala de aula.
De acordo com a assessoria do Sinteal, cerca de 400 pessoas participaram da reunião. Entre as principais reivindicações estão o reajuste salarial de 13,01%, a aplicação de progressões e de melhores condições de trabalho, além da reforma em algumas escolas, que estão em situação precária.
O movimento grevista espera por um posicionamento do Governo do Estado sobre a apresentação de uma contraproposta.
Na última greve deflagrada pelos servidores da educação, que atingiu a rede municipal de ensino, o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), através do desembargador James Magalhães, julgou que a greve seria ilegal, pois o sindicato determinou a paralisação durante a vigência de um acordo entre a Prefeitura e os servidores, que determina que o processo de negociação da data-base de 2015 só aconteceria em maio deste ano.
A greve dos servidores da rede municipal teve início no dia 22 de abril e deixou 55 mil alunos de 135 escolas fora da sala de aula.
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