Flamengo vence Internacional por 2 x 1, no Beira Rio
Prazer, Paolo Guerrero! O peruano mostrou logo suas credenciais para os rubro-negros em sua estreia com a camisa do Flamengo: deu o sangue, como havia prometido, e marcou um gol e deu a assistência para outra na vitória por 2 a 1 sobre o Internacional no Beira Rio. A partida, que encerrou um jejum de 13 anos sem triunfo no estádio, teve ainda um Cáceres driblador, Emerson Sheik defensivo, Marcelo xerifão e a torcida empolgada aos gritos de "olé". O time de Cristóvão Borges agora é o 13º colocado do Campeonato Brasileiro com 13 pontos e volta a campo neste domingo para enfrentar o Corinthians, às 16h (de Brasília), no Maracanã.
Deu o sangue
Durante sua apresentação oficial, na última terça-feira, Guerrero havia prometido dar seu sangue em campo para ajudar o Flamengo. E logo na estreia cumpriu a promessa: ficou com o joelho esquerdo sangrando após sofrer falta de Alan Costa, marcou um gol (irregular por causa do impedimento do Canteros) e deu uma linda assistência para Everton fazer o segundo.
Até tu, Cáceres?
Surpresa na escalação de Cristóvão Borges após voltar da Copa América com a seleção paraguaia, Cáceres teve grande atuação, e não só defensivamente. O volante criou jogadas no ataque e até mostrou habilidade ao aplicar um belo chapéu em Rodrigo Dourado.
Atacante-lateral
Emerson Sheik jogou de forma diferente na estreia de Guerrero. No Beira Rio, o atacante teve mais função defensiva do que ofensiva. Ficou responsável por ajudar Ayrton na marcação do lado direito da defesa, setor onde caia muitas vezes Valdívia, um dos jogadores mais perigosos do Internacional. Aos 36 anos, mostrou fôlego de garoto para atacar e voltar para os combates.
Marcelo xerifão
Muito contestado por torcedores, Marcelo pode não ter muito jeito com a bola no pé, mas deu mais uma prova de que cumpre bem a função papel de xerifão na hora de afastar os chuveirinhos na área. O zagueiro conseguiu oito desarmes, um deles travando um chute à queima-roupa de Vitinho, e foi o melhor do time no quesito ao lado de Jorge. No gol sofrido, ele conseguiu fazer o corte parcial, mas o lateral-esquerdo acabou errando o complemento.
"ooooooooolé"
Com um jejum de 13 anos sem vencer no Beira-Rio, nem mesmo o mais otimista rubro-negro imaginaria uma vitória aos gritos de "olé" da torcida. Mas foi o que aconteceu. Aos 37 do segundo tempo, quando o time ganhava por 2 a 0 - sofreu um gol dez minutos depois -, os flamenguistas soltaram o grito para a troca de passes do time. Acreditem se quiser.
Deu o sangue
Durante sua apresentação oficial, na última terça-feira, Guerrero havia prometido dar seu sangue em campo para ajudar o Flamengo. E logo na estreia cumpriu a promessa: ficou com o joelho esquerdo sangrando após sofrer falta de Alan Costa, marcou um gol (irregular por causa do impedimento do Canteros) e deu uma linda assistência para Everton fazer o segundo.
Até tu, Cáceres?
Surpresa na escalação de Cristóvão Borges após voltar da Copa América com a seleção paraguaia, Cáceres teve grande atuação, e não só defensivamente. O volante criou jogadas no ataque e até mostrou habilidade ao aplicar um belo chapéu em Rodrigo Dourado.
Atacante-lateral
Emerson Sheik jogou de forma diferente na estreia de Guerrero. No Beira Rio, o atacante teve mais função defensiva do que ofensiva. Ficou responsável por ajudar Ayrton na marcação do lado direito da defesa, setor onde caia muitas vezes Valdívia, um dos jogadores mais perigosos do Internacional. Aos 36 anos, mostrou fôlego de garoto para atacar e voltar para os combates.
Marcelo xerifão
Muito contestado por torcedores, Marcelo pode não ter muito jeito com a bola no pé, mas deu mais uma prova de que cumpre bem a função papel de xerifão na hora de afastar os chuveirinhos na área. O zagueiro conseguiu oito desarmes, um deles travando um chute à queima-roupa de Vitinho, e foi o melhor do time no quesito ao lado de Jorge. No gol sofrido, ele conseguiu fazer o corte parcial, mas o lateral-esquerdo acabou errando o complemento.
"ooooooooolé"
Com um jejum de 13 anos sem vencer no Beira-Rio, nem mesmo o mais otimista rubro-negro imaginaria uma vitória aos gritos de "olé" da torcida. Mas foi o que aconteceu. Aos 37 do segundo tempo, quando o time ganhava por 2 a 0 - sofreu um gol dez minutos depois -, os flamenguistas soltaram o grito para a troca de passes do time. Acreditem se quiser.
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