Refeição de alagoana que vive na Irlanda é incrementada por cuscuz fabricado em Arapiraca
O grupo Coringa foi fundado no final da década de 60 em Arapiraca, localiza-se na ROD AL 220, bairro Planalto, suas atividades foram iniciadas com o beneficiamento de fumo para cigarros feitos à mão. Dez anos depois já estava atuando na área de alimentos após adquirir uma fabrica de farinha de milho, café e corantes.
O sucesso gerou a abertura de novos negócios, ampliando as áreas de atuação em vários lugares do Brasil, e deixando clientes satisfeitos como a Natália Souza, uma Alagoana que mora em Dublin, na Irlanda.
Alagoas não produz nenhum dos grãos do milho utilizado pelo Grupo Coringa para fabricar, em Arapiraca. Toda a matéria-prima do alimento provém de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia.
De acordo com uma pesquisa feita são gerados quatro milhões de quilos de cuscuz por mês.
“A gente já incentivou o plantio de milho em Alagoas, garantindo a compra da safra. Por uma série de fatores, não houve o êxito”, explicou Marcelino Alexandre, diretor de Logística do grupo Coringa, fundado 45 anos atrás pelos industriais José Alexandre e José Levino.
Mensalmente, a indústria processa 8 milhões de quilos de cuscuz. Aliás, o cuscuz representa 70% do que a indústria produz em Arapiraca. 45% desta produção fica em Alagoas. O restante – explica Marcelino – é comercializada nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.
Para fazer o alimento chegar a Manaus e Belém, por exemplo, a empresa utiliza o transporte marítimo. “A produção segue de navio até Manaus, pelo porto de Suape (PE)”, acrescenta. Aos demais mercados, o produto segue chega em diversos caminhões.
Na Irlanda, massa de cuscuz custa R$ 9 reais
“Aqui em Dublin, recebi o cuscuz pelos Correios. Quem mandou foi minha mãe, aí de Maceió”, explicou Natália Souza. Numa loja brasileira, a gente até encontra massa de cuscuz ao preço de € 2,2 euros. Fazendo a conversão, dá quase R$ 9 reais”, completou.
Grupo fabrica de alimento em filial baiana
Informação adicional: o Grupo Coringa tem uma filial em Luís Eduardo Magalhães, cidade que “abandonou” seu nome original, Mimoso, para homenagear o falecido filho de Antônio Carlos Magalhães, político que chefiava a Bahia com muita, muita habilidade política.
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