Bebê de cinco meses consegue tratamento cardiopediátrico em Recife
É estável o quadro de saúde da menina Maria Vitória Albuquerque, de apenas cinco meses, transferida para hospital na cidade de Recife, capital pernambucana, na tarde de ontem (06), após intervenção da Defensoria Pública de Alagoas. A criança passará por exames e deve ser submetida à cirurgia brevemente.
De acordo com a mãe da menina, Ronadja Tenório de Albuquerque, a transferência foi tranquila e a menina chegou bem ao Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco (Procape). “Ela chegou bem cansadinha da viagem, mas chegou bem, está na UTI para fazer exames. Eles já fizeram vários exames e ainda vão fazer mais alguns para ter certeza de está tudo bem. Agora acredito que tudo vai correr bem e minha filha poderá sair logo do hospital”, torce a mãe.
Maria Vitória, que tem cinco meses de vida, é portadora da síndrome de down, além de uma cardiopatia grave, cuja solução é uma cirurgia, recomendada a ser realizada antes do primeiro ano de vida. Internada desde o primeiro mês de nascida, Vitória precisava ser transferida a um local que possua tratamento cardiopediátrico, ainda não ofertado em Alagoas, quando seu quadro fosse estável. No entanto, mesmo após apresentar melhorar, o Tratamento Fora Domicílio não tinha previsão de transferência, o que fez a mãe da criança recorrer à Defensoria Pública de Alagoas que garantiu a transferência por meio de decisão judicial.
A dificuldade para conseguir tratamento cardiopediátrico faz com que diversas famílias recorram a DPE para conseguir garantias para o tratamento das crianças. Este ano Edvânio Xavier da Silva, de 13 anos, e Daniel Vicente da Silva, de 7 meses, conseguiram tratamento em um hospital de Fortaleza após ação judicial, mas diversas famílias ainda aguardam vagas em hospitais fora do Estado.
De acordo com a mãe da menina, Ronadja Tenório de Albuquerque, a transferência foi tranquila e a menina chegou bem ao Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco (Procape). “Ela chegou bem cansadinha da viagem, mas chegou bem, está na UTI para fazer exames. Eles já fizeram vários exames e ainda vão fazer mais alguns para ter certeza de está tudo bem. Agora acredito que tudo vai correr bem e minha filha poderá sair logo do hospital”, torce a mãe.
Maria Vitória, que tem cinco meses de vida, é portadora da síndrome de down, além de uma cardiopatia grave, cuja solução é uma cirurgia, recomendada a ser realizada antes do primeiro ano de vida. Internada desde o primeiro mês de nascida, Vitória precisava ser transferida a um local que possua tratamento cardiopediátrico, ainda não ofertado em Alagoas, quando seu quadro fosse estável. No entanto, mesmo após apresentar melhorar, o Tratamento Fora Domicílio não tinha previsão de transferência, o que fez a mãe da criança recorrer à Defensoria Pública de Alagoas que garantiu a transferência por meio de decisão judicial.
A dificuldade para conseguir tratamento cardiopediátrico faz com que diversas famílias recorram a DPE para conseguir garantias para o tratamento das crianças. Este ano Edvânio Xavier da Silva, de 13 anos, e Daniel Vicente da Silva, de 7 meses, conseguiram tratamento em um hospital de Fortaleza após ação judicial, mas diversas famílias ainda aguardam vagas em hospitais fora do Estado.
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