PC investiga suposto estupro envolvendo advogado de Arapiraca
Uma jovem de 23 anos foi internada na Unidade de Emergência de Arapiraca, na noite desta quarta-feira (1º), quando denunciou à Delegacia Regional da cidade que havia sido estuprada por dois homens, das 13h às 19h do mesmo dia, em um escritório de um advogado de Arapiraca. Segundo a suposta vítima, que reside na cidade de Teotônio Vilela, o advogado teria oferecido uma oportunidade de emprego quando, juntamente com um amigo, teriam realizado o crime, no próprio escritório.
A polícia, então, passou a investigar o caso e realizar diligências para encontrar os acusados, que, segundo a suposta vítima, teriam dado um suco que a deixou sonolenta. Identificada como Karolaine Marque da Silva, a jovem informou que foi levada pelos acusados para o Pirá e, logo após, teriam ído ao Coqueirais, em Arapiraca, onde teriam acontecido outras sessões do crime.
O delegado Gustavo Xavier, comandante da Delegacia Regional, solicitou os exames de corpo de delito e toxicológico, que serão realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) e pela Unidade de Emergência, respectivamente. Como Karolaine estava sem condições de prestar depoimento, uma nova oitiva foi marcada para a manhã desta quinta-feira (2), quando as informações de estupro podem, ou não, ser confirmadas. Caso não sejam comprovadas, a então vítima pode responder por denunciação caluniosa, de acordo com o Art. 339 do Código de Processo Penal, segundo a transcrição abaixo:
Art. 339. Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente: (Redação dada pela Lei nº 10.028, de 2000). Pena - reclusão, de dois a oito anos, e multa.
A polícia, então, passou a investigar o caso e realizar diligências para encontrar os acusados, que, segundo a suposta vítima, teriam dado um suco que a deixou sonolenta. Identificada como Karolaine Marque da Silva, a jovem informou que foi levada pelos acusados para o Pirá e, logo após, teriam ído ao Coqueirais, em Arapiraca, onde teriam acontecido outras sessões do crime.
O delegado Gustavo Xavier, comandante da Delegacia Regional, solicitou os exames de corpo de delito e toxicológico, que serão realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) e pela Unidade de Emergência, respectivamente. Como Karolaine estava sem condições de prestar depoimento, uma nova oitiva foi marcada para a manhã desta quinta-feira (2), quando as informações de estupro podem, ou não, ser confirmadas. Caso não sejam comprovadas, a então vítima pode responder por denunciação caluniosa, de acordo com o Art. 339 do Código de Processo Penal, segundo a transcrição abaixo:
Art. 339. Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente: (Redação dada pela Lei nº 10.028, de 2000). Pena - reclusão, de dois a oito anos, e multa.
Provavelmente, o resultado das investigações será divulgado ainda nesta quinta-feira. Os nomes dos acusados ainda não foram divulgados.
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