Balanço do Caged mostra que Alagoas perdeu mais de 9 mil empregos em maio
Dados do Cadastro Geral de Empregado e Desempregados (Caged) apontam que, em maio de 2015, foram extintos 9.627 empregos celetistas em Alagoas, o que representa uma retração de 2,73% em relação ao número de assalariados com carteira assinada do mês anterior. O Ministério do Trabalho credita a alta do desemprego ao enfraquecimento do setor da indústria de transformação no estado.
Os números mostram também que o balanço dos cinco primeiros meses indicam uma queda de 24.945 mil postos de trabalho celetistas (-6,78%), decorrente, em grande parte, das
atividades ligadas ao complexo sucroalcooleiro.
O balanço do Caged mostra ainda que a crise afeta de forma intensa o setor da construção civil em Alagoas. No balanço divulgado, há o registro de redução de 547 postos no setor, 33 no comércio, três na administração pública e 99 na agropecuária.
Mas o cenário de desemprego não é exclusivo de Alagoas. O país voltou a perder vagas de empregos formais em maio. No mês passado, foram fechados 115.599 postos de trabalho. É o pior resultado para meses de maio desde o início da série histórica do indicador, em 1992.
Os números mostram também que é a primeira vez que há corte de vagas em um quinto mês do ano. Considerando todos os meses, o resultado é o pior desde dezembro, quando foram cortados 555 mil postos de trabalho.
Os números mostram também que o balanço dos cinco primeiros meses indicam uma queda de 24.945 mil postos de trabalho celetistas (-6,78%), decorrente, em grande parte, das
atividades ligadas ao complexo sucroalcooleiro.
O balanço do Caged mostra ainda que a crise afeta de forma intensa o setor da construção civil em Alagoas. No balanço divulgado, há o registro de redução de 547 postos no setor, 33 no comércio, três na administração pública e 99 na agropecuária.
Mas o cenário de desemprego não é exclusivo de Alagoas. O país voltou a perder vagas de empregos formais em maio. No mês passado, foram fechados 115.599 postos de trabalho. É o pior resultado para meses de maio desde o início da série histórica do indicador, em 1992.
Os números mostram também que é a primeira vez que há corte de vagas em um quinto mês do ano. Considerando todos os meses, o resultado é o pior desde dezembro, quando foram cortados 555 mil postos de trabalho.
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